- A Kalshi atingiu avaliação de US$ 11 bilhões após rodada liderada pela Paradigm, com participação de Sequoia, Andreessen Horowitz e Y Combinator.
- A empresa ampliou parcerias com corretoras como Robinhood e Webull, incorporou o Susquehanna para liquidez e fechou acordos com a NHL e o StockX, além de investir em Solana.
- Trump Jr. passou a integrar o conselho consultivo da Kalshi, em meio a pressões regulatórias em alguns estados.
- O volume teórico de negociações chegou a mais de US$ 1 bilhão por semana, sendo mais de noventa por cento impulsionado por contratos esportivos.
- A Kalshi foi pioneira ao obter, em 2020, aprovação da CFTC para operar como mercado de contratos designados (DCM), distinguindo-se de concorrentes não regulamentados.
A Kalshi, empresa de mercados de previsão, atingiu avaliação de US$ 11 bilhões após uma rodada liderada pela Paradigm, com participação de Sequoia, Andreessen Horowitz e Y Combinator. A expansão aconteceu em meio a parcerias com corretoras como Robinhood e Webull, e com a inclusão de Susquehanna para liquidez. A startup já havia recebido aprovação regulatória da CFTC em 2020.
Luana Lopes Lara, de 29 anos, e Tarek Mansour, também 29, são os cofundadores. Ambos se conheceram no MIT e criaram a Kalshi após estágios em firmas de investimentos. A empresa possibilita apostas sobre o desfecho de eventos futuros, como eleições, esportes e cultura, com base em contratos de eventos regulamentados.
Crescimento e parcerias
A empresa contou com aportes expressivos e ampliou seu ecossistema. Além de acordos com NHL e StockX, investiu no ecossistema Solana e firmou novos vínculos com veículos de comunicação para ampliar alcance. Trump Jr. integrou o conselho consultivo em janeiro, reforçando o interesse de investidores.
Desafios regulatórios e cenário de mercado
Questões regulatórias persistem em alguns estados, que questionam a natureza de contratos esportivos da Kalshi. A Polymarket, concorrente não regulamentada, recebeu multa da CFTC em 2022. Mesmo assim, a Kalshi afirma ter superado entraves legais e ampliado volume de negociações, que, segundo a empresa, supera US$ 1 bilhão por semana.
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