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MP 1304 é considerado ato de coragem do Congresso, afirma CEO da Energisa

CEO da Energisa vê na MP 1304 um ato de coragem do Congresso; destaca tarifa de gás incentivada e oportunidades no Nordeste

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  • MP 1304, novo marco regulatório do setor elétrico, foi tema do episódio POWER com Adriano Pires entrevistando Ricardo Botelho, CEO da Energisa.
  • Botelho elogiou como ato de coragem do Congresso ao enfrentar subsídio às energias solar e eólica.
  • Ele citou a tarifa incentivada criada pela ES Gás, controlada pela Energisa no Espírito Santo, para estimular migração de indústrias do carvão para gás natural, reduzindo emissões de CO₂; em agosto, a mudança registrou queda de 20 mil toneladas.
  • A Energisa comentou a entrada no mercado de gás nordestino; a região tem apenas 1,5% de cobertura de gás encanado.
  • O CEO indicou oportunidades de privatização ou venda de ativos no Nordeste, onde a companhia possui participações minoritárias, e mencionou a importância da cadeia de suprimentos regional, com grande parte do gesso do Brasil vindo de áreas próximas a Pernambuco e Ceará, movido a lenha.

A MP 1304, que trata do novo marco regulatório do setor elétrico, foi tema do episódio do podcast Power, com a entrevista de Adriano Pires ao CEO da Energisa, Ricardo Botelho. O tom foi de avaliação dos impactos da medida na política de subsídios e nos modelos de atuação das distribuidoras.

Botelho elogiou a decisão do Congresso, afirmando que houve um ato de coragem ao enfrentar a questão dos subsídios a energias solar e eólica. A discussão também abordou medidas de apoio à transição energética no país.

Contexto regulatório e impactos

O CEO comentou sobre a tarifa incentivada criada pela ES Gás, controlada pela Energisa no Espírito Santo, para estimular a migração de indústrias do carvão para o gás natural. Segundo ele, a iniciativa já resultou em redução de 20 mil toneladas de CO₂ em agosto.

Potencial de expansão e oportunidades

Rumos sobre a atuação da Energisa no Nordeste foram mencionados, incluindo a entrada da empresa no mercado de gás nordestino. O comentário indica que a região ainda tem baixa cobertura de gás encanado, cerca de 1,5%.

Botelho também destacou a participação da Energisa no Nordeste, com perspectivas de privatizações ou venda de ativos no futuro. A companhia mantém participação minoritária na região, com foco em oportunidades de crescimento associadas ao gás natural.

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