- Bank of America passou a recomendar exposição a criptomoedas para clientes de gestão de patrimônio, sugerindo alocação de 1% a 4% dos portfólios.
- A orientação é válida para clientes do Merrill Lynch, Bank of America Private Bank e Merrill Edge, ampliando o acesso anterior, limitado a investidores muito ricos mediante solicitação.
- Em dez de janeiro, a instituição começará a cobrir quatro dos cinco maiores ETFs de bitcoin por capitalização de mercado: Bitwise Bitcoin ETF, Wise Origin Bitcoin Fund ( Fidelity Investments), Bitcoin Mini Trust (Grayscale) e iShares Bitcoin Trust (BlackRock).
- Juntos, esses fundos administram mais de US$ 94 bilhões em ativos.
- A medida acompanha movimentos de bancos e gestoras tradicionais que vêm democratizando o acesso a cripto, como Morgan Stanley, BlackRock, Fidelity e Vanguard.
O Bank of America (BoA) passou a recomendar que todos os clientes de sua área de gestão de patrimônio tenham exposição a criptomoedas, com uma alocação sugerida entre 1% e 4% dos portfólios. A orientação vale para clientes do Merrill Lynch, Bank of America Private Bank e Merrill Edge, marcando uma ampliação significativa no acesso a ativos digitais.
A medida acompanha a tendência de instituições financeiras tradicionais de facilitar o investimento em cripto. Bancos como Morgan Stanley, BlackRock e Fidelity Investments já haviam adotado recomendações semelhantes, e a Vanguard abriu ETFs e fundos focados em cripto para seus clientes.
Expansão de acesso às criptomoedas
A partir de 5 de janeiro, o BoA começará a cobrir quatro dos cinco maiores ETFs de bitcoin por capitalização de mercado: Bitwise Bitcoin ETF, Wise Origin Bitcoin Fund da Fidelity, Bitcoin Mini Trust da Grayscale e iShares Bitcoin Trust da BlackRock. Juntos, esses fundos administram mais de US$ 94 bilhões. Segundo o diretor de investimentos do BoA Private Bank, a alocação é indicada para investidores com apetite à inovação e tolerância à volatilidade.
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