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Ibovespa atinge novo recorde e se aproxima de 162 mil pontos

Ibovespa fecha em 161.766,19 pontos, com topo intradia de 161.963,49, impulsionado pela Vale; dólar cai para R$ 5,3136

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  • Ibovespa fechou em 161.766,19 pontos, alta de 0,41%, com intraday de até 161.963,49 pontos.
  • Movimento foi puxado pela Vale, cuja valorização chegou a 3,37%, e pelo otimismo com cortes de juros nos EUA. Volume soma R$ 22,7 bilhões antes dos ajustes finais.
  • Dólar à vista caiu para R$ 5,3136, queda de 0,31%; contrato futuro de janeiro ficou em R$ 5,3445.
  • Expectativas de redução de juros nos EUA aumentaram após dados do setor privado apontarem criação menor de vagas e reforçarem cenário de flexibilização monetária.
  • Em Brasília, Lula sinalizou avanços nas relações comerciais Brasil-EUA e o BC vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem; fluxo cambial mensal ficou negativo.

O Ibovespa encerrou o pregão em 161.766,19 pontos, alta de 0,41%, e atingiu um topo intradia de 161.963,49 pontos. A sessão foi impulsionada pelo desempenho das ações da Vale, que avançaram 3,37%, e pela percepção de queda de juros nos EUA na próxima semana.

A mínima do dia ficou em 161.092,81 pontos, com volume financeiro de cerca de R$ 22,7 bilhões antes dos ajustes finais. A sessão anterior havia registrado recorde próximo de 161.092,25 pontos.

O dólar à vista fechou em queda de 0,31%, a R$ 5,3136, mantendo-se abaixo de 5,33 reais. Os contratos de dólar futuro para janeiro operaram em queda de 0,34%, a R$ 5,3445.

A moeda norte-americana recuou diante da percepção de que o Fed pode adotar uma postura menos rígida em termos de juros. Dados econômicos dos EUA podem reforçar essa visão, indicando cortes prospectivos já na semana seguinte.

Ao longo do dia, operadores repercutiram rumores sobre o uso de substituto de Jerome Powell no comando do Fed, com avaliações de que o desenho de política monetária pode ficar mais brando. As movimentações externas contribuíram para o tom positivo local.

Fatores externos e contatos diplomáticos

No front externo, notícias sobre possível redução de juros nos EUA ajudaram a sustentar o sentimento de risco. No Brasil, o BC realizou operações de swap cambial para rolar vencimento de janeiro, mantendo o ritmo de intervenção no câmbio.

O fluxo cambial em novembro foi reportado como negativo em US$ 7,115 bilhões, ampliando a pressão sobre a cotação do dólar no Brasil. Mercados acompanham com atenção o desenrolar de negociações entre Brasil e EUA para reagendar tarifas e acordos comerciais.

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