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Nubank pedirá licença bancária no Brasil em 2026, segundo BC

Nubank busca licença bancária para 2026, mantendo marca, conforme norma do CMN que atingirá cerca de 20 fintechs sem autorização bancária

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  • O Banco Central proibiu fintechs sem licença bancária de usar termos como “banco” ou “bank” em seus nomes, medida anunciada para evitar interpretações erradas sobre serviços financeiros.
  • Nubank, com cerca de 110 milhões de clientes no Brasil, informou que pretende obter licença bancária para operar no país em 2026, mantendo a marca e a identidade visual.
  • A empresa afirma que a mudança não impactará os clientes e que suas operações seguem normalmente, já que hoje atua como Instituição de Pagamento, Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento e Corretora de Títulos e Valores Mobiliários.
  • O Conselho Monetário Nacional aprovou a nova norma de nomenclatura na reunião de 27 de novembro, com foco em fintechs que oferecem serviços financeiros sem licença bancária.
  • A estimativa do BC é de que cerca de 20 instituições sejam afetadas pela regra, que busca esclarecer o tipo de serviço oferecido por cada empresa regulada.

O Banco Central (BC) autorizou nova regra de nomenclatura para fintechs que atuam sem licença bancária, proibindo o uso de termos como “banco” ou “bank” nos nomes. A medida afeta instituições que oferecem serviços financeiros sem operar como banco, com previsão de aplicação para cerca de 20 empresas.

O Nubank informou que pretende obter licença bancária para operar no Brasil em 2026. A fintech manterá sua marca e identidade visual, segundo comunicado enviado ao mercado. A empresa já atua como Instituição de Pagamento, Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento e Corretora de Títulos e Valores Mobiliários.

A orientação do BC, aprovada na reunião do Conselho Monetário Nacional em 27 de novembro, busca evitar interpretações equivocadas sobre o tipo de serviço oferecido pelas empresas. O objetivo é diferenciar claramente instituições reguladas pelo BC.

Segundo o BC, o uso de nomes inadequados pode confundir clientes quanto à natureza dos serviços. Fintechs sem licença de banco enfrentariam obrigatoriedade de mudanças para adequação regulatória, impactando a comunicação de produto e risco de sanções.

O BC afirmou que cada tipo de instituição regulada possui obrigações específicas de capital, governança e fiscalização. Com a norma, espera-se maior clareza sobre o status regulatório de cada empresa do setor.

O Nubank disse que continua cumprindo as exigências regulatórias e opera conforme as licenças atuais, sem impacto operacional para clientes. A empresa tem cerca de 110 milhões de clientes no país e destaca o plano de transição gradual para a licença desejada.

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