- Nubank informou que pretende obter licença bancária no Brasil em 2026, em linha com a nova norma do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional sobre nomenclaturas.
- A Resolução Conjunta 17 proíbe o uso de termos como “banco” ou “bank” por empresas sem licença em nome, marca, domínio e comunicações ao público; há 120 dias para apresentar plano de adequação e até um ano para implementar mudanças.
- O custo estimado para obter a licença bancária é acima de R$ 50 milhões; a identidade visual da Nubank ficará inalterada e as mudanças não devem impactar os clientes.
- Reguladores estimam que entre quinze e vinte empresas serão afetadas pela medida; conglomerados podem manter a denominação se pelo menos uma empresa do grupo já tiver autorização de banco.
- A Nubank possui mais de 110 milhões de clientes no Brasil; executiva afirmou que a solidez financeira permanece e as operações seguem normalmente.
A Nubank afirmou que pretende obter licença bancária no Brasil em 2026. A decisão ocorre após a recente Resolução Conjunta 17 do Banco Central e do CMN, que regula o uso de termos como “banco” por empresas sem autorização. A medida entrou em vigor com prazo de adequação.
Segundo a fintech, a mudança é estritamente regulatória e não altera serviços para clientes. A identidade visual permanecerá inalterada, e a marca continuará igual, mesmo com eventual inclusão de instituição financeira no conglomerado.
A norma publicada em 28 de novembro exige que empresas sem licença apresentem plano de ajuste em até 120 dias. A implementação completa deve ocorrer dentro de um ano após a publicação, para padronizar nomenclaturas e ampliar a fiscalização.
Fontes de mercado estimam que o custo para obter a licença bancária pode superar os R$ 50 milhões. A Nubank, que hoje opera como Instituição de Pagamento, não possui autorização para atuar como banco, apesar de usar o termo na marca desde 2013.
O banco Master cita casos de ajuste em todo o setor, com o objetivo de alinhar denominações aos tipos de autorização. A Nubank, que já soma mais de 110 milhões de clientes no Brasil, ressalta que a mudança não impactará operações nem exigências de capital adicionais.
Livia Chanes, CEO da Nubank Brasil, reiterou que a identidade visual permanece, enfatizando a história da empresa desde a fundação. A empresa aponta que a solidez financeira permanece estável durante o processo de transição.
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