- Brasil deixou a lista das dez maiores economias em dólar, caindo da 10ª para a 11ª posição, segundo a Austin Rating.
- O PIB do terceiro trimestre cresceu 0,1%, abaixo da expectativa de 0,2%, conforme o IBGE.
- A Rússia ultrapassou Brasil e Canadá, ficando na 9ª posição em 2025; o Brasil ficou em 34º no ranking de crescimento mundial.
- O estudo usa o relatório do FMI de outubro e aponta mudanças entre as 15 maiores economias, que representam 75% do PIB global; houve valorização do real e queda do dólar com recuo dos juros nos EUA.
- Israel, Malásia e Cingapura tiveram as maiores altas no trimestre (3%, 2,4% e 2,4%), enquanto o Brasil registrou 1,4% de crescimento no primeiro trimestre de 2025.
O Brasil caiu da 10ª para a 11ª posição no ranking mundial de PIB, divulgado pela Austin Rating, com base em dados do FMI. No terceiro trimestre, o país teve crescimento de 0,1% frente ao trimestre anterior, abaixo da expectativa de市场 de 0,2%.
O estudo aponta que a Rússia ultrapassou Brasil e Canadá, passando a ocupar a 9ª posição estimada para 2025, enquanto o Brasil ficou em 34º no ranking de crescimento mundial no mesmo período. Países como China, Portugal e Espanha registraram crescimento superior no 3º trimestre.
Segundo o levantamento, o Brasil continuou apresentando valorização do real e melhoria nas expectativas de crescimento do PIB, reduzindo a distância com Canadá e Itália, que pouco variaram suas projeções. O relatório também comenta o enfraquecimento do dólar nos últimos meses, com possível queda adicional em 2026 caso se confirme a indicação de Kevin Hassett para a presidência do Fed.
Desempenho do PIB brasileiro
- Dados da Austin Rating com base no relatório do FMI, outubro, sobre panorama econômico global.
- Entre os grandes 15, as mudanças de posição representam 75% do PIB mundial, segundo o estudo.
- O 3º trimestre de 2025 teve o Brasil em 34º no ranking de crescimento, atrás de países como China, Portugal e Espanha.
Contexto histórico e comparações
- Em relação ao 1º trimestre de 2025, o Brasil havia registrado a 5ª maior alta do PIB no mundo, com crescimento de 1,4%.
- O recuo para 34º no 3º trimestre reflete desempenho abaixo de muitos parceiros e competidores internacionais.
- O relatório ressalta variações cambiais e mudanças de projeções entre as principais economias ao longo do ano.
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