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Ibovespa cai mais de 4% com notícias políticas

Ibovespa fecha em baixa após indicação de Flávio Bolsonaro à presidência em 2026; dólar ultrapassa R$ 5,40 com reação negativa de investidores

Ibovespa
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  • O Ibovespa fechou em 157.378,98 pontos, queda de 4,30% na sexta-feira, o pior desempenho desde fevereiro de 2021, com o ambiente político pesando no pregão.
  • A notícia de que o senador Flávio Bolsonaro foi escolhido pelo pai para disputar a presidência em 2026 provocou fuga de investidores e maior aversão ao risco.
  • O dólar fechou acima de R$ 5,40, com alta de cerca de 2,34%, atingindo pico intraday de R$ 5,4841, diante do cenário eleitoral.
  • O pregão registrou volume financeiro de cerca de R$ 40,95 bilhões, e a semana de início de dezembro fechou com queda de 1,01% para o Ibovespa, apesar da alta anterior.
  • No ano, o Ibovespa acumula ganho de 30,91%, e o mercado passa a monitorar decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos na próxima semana.

O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda acentuada, após a imprensa informar que o senador Flávio Bolsonaro foi escolhido pelo pai para disputar a Presidência em 2026. O índice finalizou aos 157.378,98 pontos, queda de 4,30% na sessão.

A sessão chegou a renovar máximas acima de 165 mil pontos pela manhã, mas encerrou em território negativo. O movimento ocorreu diante do cenário eleitoral que ganhou peso no humor de investidores, com foco na possível candidatura citada.

O dólar fechou acima de R$ 5,40, reagindo à notícia sobre Flávio Bolsonaro. A moeda terminou o dia em R$ 5,4346, alta de 2,34%, a maior variação diária desde outubro. O contrato futuro para janeiro também operava em queda de 2,40%.

Na imprensa, veículos e fontes ligadas ao mercado apontaram que a indicação de Flávio para a corrida presidencial pode alterar alianças na direita. Analistas ressaltaram maior incerteza de curto prazo e ajuste na percepção de governança fiscal e reformas.

Além disso, o pregão teve volume financeiro de cerca de R$ 41 bilhões, antes dos ajustes finais, e o mercado passou a olhar para decisões de política monetária no Brasil e nos EUA na próxima semana. O clima político permanece o principal motor de volatilidade.

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