- Em cinco de dezembro, o Pix atingiu 313,3 milhões de transferências e R$ 179,9 bilhões em 24 horas, novo recorde.
- O recorde diário supera o anterior de 28 de novembro, quando foram 297,4 milhões de operações e R$ 166,2 bilhões, puxados pela Black Friday e pelo prazo final da primeira parcela do 13º salário.
- O Banco Central confirma o recorde, registrando pela primeira vez mais de 300 milhões de operações em um dia.
- O BC ressalta o Pix como infraestrutura digital pública para a economia, sem detalhar causas específicas da alta, citando sazonalidade de fim de ano, pagamentos de salários e o 13º como prováveis fatores.
- Em novembro, o Pix chegou a 178,9 milhões de usuários cadastrados (162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de pessoas jurídicas); de 16 de novembro de 2020 a 30 de setembro de 2025, movimentou 85,5 trilhões de reais.
O Banco Central (BC) informou que o Pix atingiu um novo recorde diário na sexta-feira, 5 de dezembro: 313,3 milhões de transferências realizadas por usuários finais, totalizando 179,9 bilhões de reais em 24 horas. O crescimento é atribuído à sazonalidade de fim de ano e à liberação de salários e do 13º salário.
Pelo menos uma explicação direta não foi fornecida pelo BC, mas especialistas apontam fatores sazonais. Em 28 de novembro, data da Black Friday, o sistema havia registrado 297,4 milhões de operações e 166,2 bilhões de reais movidos.
Dados da operação e alcance
O Pix, criado em 2020, já movimentou trilhões de reais e consolidou-se como infraestrutura pública de pagamentos, segundo o BC. Em novembro, a base de usuários chegou a 178,9 milhões, com 162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de pessoas jurídicas.
Panorama de uso e crescimento
Entre 2020 e 2025, o sistema movimentou 85,5 trilhões de reais, reforçando o papel do Pix na inclusão financeira e na competição entre instituições. Em outubro, o volume mensal atingiu 3,32 trilhões de reais, indicador de continuidade da expansão.
Informações da Agência Brasil indicam que o Pix soma milhões de chaves cadastradas e mantém alta adesão entre brasileiros.
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