- A Fundação Nobel foi criada para premiar “aqueles que no ano anterior conferiram os maiores benefícios para a humanidade”, conforme o testamento de Alfred Nobel (1896).
- O conjunto de ativos da Fundação acumula 6,8 bilhões de coroas suecas em investimentos, com cerca de 200 milhões de coroas em propriedades e infraestrutura.
- Em 2024, os custos operacionais somaram R$ 77 milhões, sendo R$ 30 milhões para laureados, R$ 18 milhões para os Comitês do Nobel, R$ 16 milhões para organizar a Semana do Nobel e o restante para a administração.
- O prêmio é mantido por meio de investimentos em ações, fundos imobiliários, títulos da dívida, renda fixa e fundos de hedge, buscando retorno mínimo de 3% ao ano, ajustado pela inflação.
- A diversificação de investimentos começou em 1946, com isenção fiscal, e o valor original foi restabelecido em 1991.
A Fundação Nobel mantém atualizações sobre o valor de seus ativos e os custos operacionais. O montante total em investimentos é de 6,8 bilhões de coroas suecas, com aproximadamente 200 milhões em propriedades próprias. Em 2024, os custos operacionais somaram cerca de R$ 77 milhões.
O legado de Alfred Nobel envolve destinar recursos herdados para premiar contribuições à humanidade. Ao morrer, em 1896, Nobel deixou 31 milhões de coroas suecas, com instruções para investir em fundos seguros para sustentar as premiações em Química, Medicina, Física, Literatura e Paz.
A gestão atual dos ativos busca retorno mínimo de 3% ao ano, ajustado pela inflação, com diversificação em ações, renda fixa e fundos de hedge. Abaixo, a pasta das despesas mostra a distribuição entre laureados, comissões e organização.
Situação financeira atual
Em 2024, o custo total dos prêmios foi de R$ 77 milhões. Desse total, R$ 30 milhões foram destinados aos laureados, R$ 18 milhões às comissões, R$ 16 milhões à organização da Semana Nobel em Estocolmo e Oslo, e o restante à administração.
A porção de ativos avaliada em propriedade e infraestrutura da Fundação somou cerca de 200 milhões de coroas. O restante do portfólio está distribuído entre fundos de ações, imobiliários, títulos da dívida e renda fixa.
A história mostra que, após 1946, a Fundação passou por isenção fiscal e iniciou uma diversificação que manteve o capital estável. Em 1991, o prêmio retomou o valor original, consolidando o modelo atual de financiamento.
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