- O Bank of England enfrenta pressão orçamentária e promove mudanças após relatório de Bernanke sobre falha em antever a inflação.
- Foi lançado um programa voluntário de saída/indenização como parte de uma drive de eficiência, com término previsto para meados de janeiro e desligamento em março.
- O plano oferece condições semelhantes às de redundância: dez por cento do salário por ano de serviço, até £150.000 ou dois anos de serviço, o que for menor.
- Não há meta de cortes definida; o processo faz parte de uma transformação multianual de operações, já em curso.
- A instituição aumentou o headcount para 5.731 no ano até fevereiro de 2025 e projeta ampliar equipes em Leeds para 500 até 2027. A próxima reunião de política monetária é aguardada com expectativa de queda na taxa de juros para 3,75%.
O Bank of England lançou recentemente um programa voluntário de saída, como parte de um esforço de eficiência. O teto é a conclusão de um relatório de Ben Bernanke sobre a falha em antever a inflação, e o processo segue até meados de janeiro, com desligamentos esperados para março. O objetivo é tornar a instituição mais eficiente e resistente.
O programa oferece condições equivalentes às de redundância: 10% do salário por ano de serviço, até um teto de £150 mil ou dois anos de serviço, o que for menor. Não há meta de cortes definida; trata-se de uma transformação multianual de operações.
A instituição vem promovendo ajustes de headcount, incluindo expansão de equipes em Leeds, com atuação concentrada em Londres. O banco não divulgou números esperados de saída, apenas afirmou que o esquema é voluntário. A próxima reunião de política monetária é aguardada com expectativa de cortes nas taxas.
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