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Projetos de energia zumbis na Grã-Bretanha são cortados para acelerar ligações à rede

Neso reduzirá mais da metade da fila de projetos para liberar £40 bilhões em obras, conectando até 2035 e buscando sistema quase zero carbono até 2030

The Shotwick solar energy park in Deeside, Wales. Britain is suffering from an energy gridlock of “zombie” projects forcing ready-to-go proposals face a 15-year wait to plug into Britain’s transmission lines.
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  • O operador de energia britânico Neso dirá na segunda-feira quais projetos serão rejeitados ou priorizados, para abrir espaço a £40bn em obras.
  • A fila acumula ~700GW de backlog, e mais da metade será removida para acelerar ligações à rede.
  • O pipeline de ~283GW de geração e armazenamento deve conectar até 2035, com parte adiantada até 2030.
  • Apenas 3% da capacidade prevista para 2030 deverá ser gas-fired; marco de 25 anos da energia eólica no país.
  • A energia eólica, principalmente offshore, já representa 17% da geração, com cerca de 40 mil empregos, segundo Ember.

Britain’s grid backlog de cerca de 700 GW de projetos deve ser eliminado para viabilizar ligações. A mudança no sistema de conexão substituiu o modelo FCFS, buscando construir um sistema de energia quase zero carbono até 2030. A decisão envolve centenas de projetos, muitos considerados prontos para construção.

A operação de energia do Reino Unido (Neso) definirá na segunda-feira quais planos serão rejeitados ou priorizados. Mais da metade da fila deverá sair para abrir espaço a obras estimadas em £40 bilhões. O objetivo é acelerar projetos que contribuam para a meta de 2030.

Destravamento e nova fila de conexão

Com a revisão, a fila antiga — que cresceu por cinco anos — será substituída por um pipeline de cerca de 283 GW de geração e armazenamento. Parte será conectada até 2030; o restante, até 2035. O método prioriza projetos prontos para entrega rápida.

Cerca de 45% da capacidade para 2030 deve vir de solar e baterias, segundo a Neso. Um terço virá de parques eólicos onshore e offshore. Apenas 3% da capacidade para 2030 deve ser movida por gás, indica o operador.

Detalhes operacionais e impactos

O novo regime reserva espaço para data centers e outros grandes consumidores de energia, com menos exigências para demonstrar avanços. A mudança visa desburocratizar e reduzir atrasos, acelerando investimentos, empregos e crescimento econômico.

Além disso, o governo destaca que as mudanças representam a maior reformulação do sistema de ligações em décadas. O objetivo é permitir que projetos viáveis avancem sem ficarem presos a trâmites obsoletos.

Marco da energia eólica no Reino Unido

Nesta segunda, também se celebra 25 anos de geração eólica no país desde a instalação dos primeiros ventos em Blyth, Northumberland. Hoje, 47 parques eólicos offshore geram cerca de 17% da eletricidade britânica, segundo estudo da Ember; o setor emprega aproximadamente 40 mil pessoas.

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