- O Ibovespa fechou em alta de 0,67%, aos 159.038,81 pontos, com máxima de 159.690,7 e mínima de 157.628,3; o volume ficou em cerca de R$ 21,15 bilhões.
- As ações da Vale foram o principal sustentáculo do índice, em sessão também influenciada pelo segundo dia de corte de juros nos EUA.
- O dólar à vista encerrou em R$ 5,4675, alta de 0,49%, ainda impactado pela leitura política no Brasil; contratos futuros apontam leve alta no fim do pregão.
- O Federal Reserve cortou a taxa básica em 25 pontos-base e sinalizou novos cortes para 2026 e 2027.
- No Brasil, atenção permanece voltada para a decisão do Copom sobre a Selic, esperada em 15% com sinais sobre o início de cortes no próximo ciclo.
O Ibovespa fechou em alta, sustentado por ações da Vale. O pregão ocorreu em meio ao corte de juros nos EUA e ao radar sobre o cenário político no Brasil. Investidores aguardam a decisão do Copom sobre a Selic nesta semana.
O índice terminou aos 159.038,81 pontos, avanço de 0,67%. A máxima foi 159.690,7 pontos e a mínima, 157.628,3. O volume somou cerca de R$ 21,15 bilhões. O dólar à vista ficou em R$ 5,4675, alta de 0,49%.
Movimentação cambial e cenário externo
O dólar subiu ante o real, pressionado pela incerteza eleitoral. No exterior, o Fed reduziu a taxa básica em 25 pontos-base e sinalizou cortes adicionais para 2026/2027.
Destaques locais e leitura de mercado
A Vale liderou as altas do Ibovespa, diante de notícias setoriais e de fluxo de capitais. Analistas destacam que o ambiente político e a trajetória de juros influenciam a direção das ações brasileiras.
Perspectivas para o Copom
Após o ajuste do Fed, o foco volta para o Copom, com expectativa de manutenção da Selic em 15%. O mercado acompanha a comunicação sobre os próximos passos da política monetária brasileira.
Observações finais
Os investidores acompanham ainda as movimentações políticas visando as eleições de 2026. A percepção de risco local continua sendo um fator relevante para o câmbio e o mercado de ações.
Entre na conversa da comunidade