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Ibovespa fecha quase estável com recuo da Petrobras

Ibovespa permanece estável, puxado pela Vale, com Petrobras em baixa; BC mantém Selic em quinze por cento e revisa inflação, enquanto dólar cai após o Fed e sinais de cortes nos EUA em 2026

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  • O Ibovespa fechou praticamente estável, com alta de 0,07%, a 159.189,10 pontos, impulsionado pela Vale e com Petrobras em recuo; volume de negócios em R$ 22,5 bilhões.
  • O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano e não sinalizou início de cortes, afirmando que a manutenção por período prolongado é adequada para a convergência da inflação.
  • As projeções de inflação foram revisadas: 2025 em 4,4%, 2026 em 3,5% e 2027 em 3,2%.
  • O dólar caiu frente ao real, fechando em R$ 5,4086, com movimento apoiado pela decisão do Copom e por dados do Federal Reserve.
  • Há expectativa de ciclo de afrouxamento nos EUA a partir de 2026 por algumas casas, o que pode influenciar fluxos de capitais para o Brasil.

O Ibovespa fechou estável nesta quinta-feira, 11, em 159.189,10 pontos, com leve alta de 0,07%. A sessão foi puxada pela Vale, enquanto a Petrobras teve forte recuo. O volumes somaram R$ 22,5 bilhões. O BC manteve a Selic em 15% ao ano por período prolongado, sem sinal de cortes.

O BC revisou levemente as projeções de inflação para 2025-2027, mantendo a estratégia de aperto monetário para levar a inflação à meta. As mudanças ficaram tímidas, com nova leitura sobre o cenário de referência. Economistas esperavam sinalização de cortes para 2026.

O dólar ficou em queda contra o real, encerrando a R$ 5,4086, (-1,08%). O contrato futuro de dólar para janeiro caiu 1,27%, a R$ 5,4260. A queda do dólar ocorreu após decisão do Fed, que reduziu a taxa básica dos EUA, influenciando o câmbio local.

Na análise de juros, a curva de DI manteve o near-term estável, com apostas mais conservadoras para 2027. Traders acompanham as comunicações do Copom e a ata da próxima semana para guiar o ambiente de juros.

Mercado externo: o Fed reduziu a taxa em 0,25 p.p. para 3,50% a 3,75%, sinalizando pausa futura. Os ativos dos EUA reagiram de forma mista, com o S&P 500 e Dow Jones em patamares recordes, e o Nasdaq recuando devido a previsões sobre IA.

Entre as companhias, a Vale liderou ganhos e a Petrobras impulsionou o recuo, refletindo movimentos setoriais e o ambiente de divisas. O Ibovespa voltou a oscilar próximo do fechamento, acompanhando o humor externo e as expectativas locais.

O dólar caiu diante do real após o Fed e com o BC mantendo a Selic. Às 17h18, o dólar futuro para janeiro operava em queda, próximo de R$ 5,43, refletindo o diferencial de juros entre Brasil e EUA. O fluxo externo permanece relevante para o risco local.

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