- O mercado de recrutamento exige retenção de talentos e critérios objetivos; práticas como entrevistas padronizadas e onboarding passam a fazer parte da rotina, com uso de tecnologia.
- Em dois mil e vinte e cinco, a HUG realizou mais de cinquenta processos seletivos para contratos acima de três meses e atendeu mais de cem demandas de diárias e freelas.
- Recomendações incluem check-ins semanais nos primeiros trinta dias, maior preparo do recrutador com o histórico do candidato e transparência já no primeiro contato.
- A inteligência artificial já ajuda na triagem, organização de bancos de talentos e comunicação com candidatos, mas a decisão final continua humana, com leitura de contexto e cultura.
- A preparação do recrutador envolve conhecer o histórico do candidato; a transparência desde o início reduz desalinhamentos, e o onboarding impacta permanência e desempenho.
Em 2025, a prática de recrutamento passa por uma guinada: maior estruturalidade, uso de tecnologia e critérios objetivos entram na rotina das empresas. A HUG sinaliza esse movimento como tendência que se consolidará até 2026.
Dados da empresa indicam o ritmo do mercado: foram conduzidos mais de 50 processos seletivos para contratos com duração superior a três meses e atendidas mais de 100 demandas de diárias e freelas. A referência vem do CEO da HUG, Gustavo Loureiro Gomes.
Além disso, a consultoria aponta que o mercado tem adotado entrevistas padronizadas, onboarding mais completo e maior transparência já no primeiro contato. A IA atua como apoio, especialmente na triagem e organização de bancos de talentos.
Entrevistas e preparo do recrutador
A padronização de entrevistas passa a ser regra, com roteiros iguais e critérios de avaliação consistentes. A prática facilita comparações entre candidatos e reduz vieses, especialmente em áreas com escassez de profissionais.
A preparação do recrutador ganha importância: conhecer o histórico do candidato eleva a qualidade da conversa, evita perguntas genéricas e aprofunda a análise de entregas e aprendizados.
Onboarding e transparência
O período de experiência inicial é destacado: os primeiros 30 dias devem incluir check-ins semanais com o apoio do gestor. A ideia é alinhar ritmo, cultura e expectativas desde o início.
A transparência desde o primeiro contato também é enfatizada: informações sobre remuneração, modelo de trabalho, benefícios e requisitos ajudam a reduzir desalinhamentos e desistências.
IA e tomada de decisão
Ferramentas de IA já ajudam na triagem, na organização de bancos de talentos e na identificação de perfis adequados. Em processos com mais de mil inscritos, a IA reduz o volume para grupos mais qualificados.
Raquel Nunes, líder de RH da HUG, afirma que a IA agiliza respostas aos candidatos, melhorando a experiência. A decisão final, no entanto, continua dependente da leitura humana de contexto e valores.
Entre na conversa da comunidade