- Dados de empregos nos EUA foram atrasados pela paralisação federal de 43 dias, gerando incerteza sobre a precisão dos números.
- Em outubro houve perda de 105.000 vagas; em novembro foram criadas 64.000 vagas.
- A taxa de desemprego subiu para 4,6%, atingindo o maior nível em quatro anos.
- O Federal Reserve cortou juros em 0,25 ponto; o presidente Jerome Powell alertou sobre possíveis distorções e a veracidade dos dados.
- O ADP mostrou queda no setor privado em novembro, com abertura de cerca de 32.000 vagas, após ganho de 47.000 em outubro, indicando enfraquecimento do mercado de trabalho.
O relatório oficial de empregos dos EUA, atrasado pela paralisação federal de 43 dias, aponta queda de 105 mil vagas em outubro e ganho de 64 mil em novembro. O desemprego subiu para 4,6%, a maior taxa em quatro anos, segundo a divulgação parcial dos dados.
A divulgação ocorreu após o governo ficar sem funcionar, o que atrasou a publicação mensal de números do mercado de trabalho. Autoridades da área trabalhista destacaram ajustes e dúvidas sobre a precisão das estatísticas devido à interrupção na coleta de dados.
Dados de emprego sob atraso
A queda de outubro e o ganho de novembro refletem uma recuperação parcial após o impacto da paralisação. O mercado de trabalho tem sido alvo de avaliação, com expectativas de que os números possam sofrer revisões, dada a interrupção no processamento de informações.
Perspectivas e avaliações oficiais
O presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizou que as leituras de empregos devem ser analisadas com cautela, citando possíveis distorções. O banco também já havia reduzido a taxa de juros, em busca de gestão de riscos diante da fraqueza do mercado.
Situação do setor privado
Dados do ADP indicaram queda de cerca de 32 mil empregos no setor privado em novembro, após ganho de 47 mil em outubro. Essa leitura privada diverge do relatório oficial, ampliando o escrutínio sobre a saúde do mercado de trabalho.
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