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Parque eólico é aprovado apesar de temores de impacto sobre perdizes

Ministros aprovam parque eólico Cloud Hill perto de Sanquhar; fundo comunitário de £280 mil/ano e £38 milhões em receitas fiscais, com mais de 90 empregos na construção

It is estimated that more than 90 jobs will be created during the construction phase
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  • Ministross aprovaram o parque eólico Cloud Hill, com dez turbinas, próximo a Sanquhar, no sul da Escócia, com início previsto em 2028 e vida útil de 35 anos.
  • Quatro turbinas foram removidas do projeto original após consultas com moradores, Dumfries and Galloway Council e órgãos ambientais; a RSPB Scotland havia apresentado objeções, mitigadas.
  • A subestação foi relocada para reduzir impactos visuais e ambientais; planos de biodiversidade e mitigação foram aceitos pelos governantes.
  • Benefícios esperados incluem cerca de £ 280 mil por ano para um fundo comunitário e cerca de £ 38 milhões em receitas fiscais ao longo da vida do parque, com mais de 90 empregos durante a construção.
  • Medidas ambientais englobam melhorias em 400 hectares para espécies como o black grouse, restauração de peatlands e dunas, além de plantio de árvores nativas.

A autoridade local aprovou o parque eólico Cloud Hill, composto por 10 turbinas, próximo a Sanquhar, no sul da Escócia. O projeto tem capacidade para abastecer cerca de 58 mil residências, com início de construção previsto para 2028. A decisão veio após avaliações ambientais, consultas a moradores e autoridades locais.

Foram removidas quatro turbinas originais, após críticas de diversos órgãos e comunidades. A RSPB Scotland havia apresentado objeções por impactos potenciais sobre o black grouse, mas mitigação foi considerada aceitável pelo governo.

A usina recebeu parecer positivo dos ministros escoceses, que aprovaram o plano e optaram pela realocação da subestação para reduzir impactos visuais e ambientais. O projeto inclui medidas de biodiversidade e de mitigação que foram aceitas pelos aprovadores.

Mudanças no projeto e impactos previstos

O consórcio responsável, BayWa r.e, aponta benefícios financeiros e sociais. O fundo comunitário deverá ter cerca de £280 mil por ano ao longo de 35 anos de operação. O imposto gerado deve alcançar aproximadamente £38 milhões em receitas para a região.

Mais de 90 empregos devem ser gerados durante a fase de construção, com expectativas de melhoria de serviços e infraestrutura locais por meio de receitas de taxas. Planos de restauração de áreas naturais e de peatlands integram ações de habitat para espécies como black grouse e mão-de-obra especializada.

A iniciativa também prevê ações de reflorestamento de árvores nativas e restauração de áreas úmidas, além de 400 hectares dedicados a melhorias de habitat. A liderança local ressalta que os recursos deverão apoiar projetos comunitários e reforçar a proteção ambiental da região.

Para Jenni McLeod, líder do projeto, a conclusão trará energia limpa e benefícios duradouros para Dumfries and Galloway, fortalecendo empregos e negócios locais. As obras têm previsão de início em 2028 e vida útil estimada em 35 anos.

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