- Trump Media and Technology Group anunciou fusão superior a US$ 6 bilhões com a TAE Technologies, mantendo participação de cerca de 50% para cada lado.
- O objetivo é construir a primeira usina de fusão em escala utilitária, com conclusão prevista para 2026.
- Devin Nunes será co-CEO da nova empresa, ao lado de Michl Binderbauer, CEO da TAE.
- A TAE recebe apoio de Alphabet (Google) e Chevron, visando suprir a demanda de energia de datacenters que alimentam a inteligência artificial.
- No indicador financeiro, a TMTG registrou receita de US$ 927,9 mil no trimestre encerrado em 30 de setembro e prejuízo de US$ 54,8 milhões.
Trump Media and Technology Group (TMTG), dono da Truth Social, anunciou uma fusão de mais de US$ 6 bilhões com a TAE Technologies. A operação prevê a criação de uma empresa conjunta com participação de cerca de 50% para cada lado, com conclusão prevista para 2026. O acordo mira ampliar negócios além das redes sociais.
A fusão propõe alavancar a demanda de energia causada pelo crescimento de IA para financiar datacenters e acelerar o desenvolvimento de tecnologia de fusão nuclear. A TAE Technologies já recebe apoio de investidores como Alphabet/Google e Chevron, segundo as informações divulgadas.
Devin Nunes, presidente e CEO da TMTG, afirmou que a união representa avanço tecnológico e econômica para consolidar a posição dos EUA em energia e IA. Ele também mencionou a intenção de tornar a fusão viável comercialmente com apoio de capital e acesso aos mercados.
Pelos planos, a TAE manterá seu foco em sistemas de fusão de próxima geração, com o objetivo de fornecer energia de forma mais barata e limpa. A fusão entre as empresas ainda depende de aprovações regulatórias e da conclusão prevista para meados de 2026.
O anúncio provocou reação inicial no mercado, com alta de cerca de 27% nas ações da TMTG na abertura de negociação em Nova York. A operação, se concluída, criará uma empresa única com atuação integrada em mídia e tecnologia energética.
Michl Binderbauer, CEO e diretor da TAE, deverá integrar o conselho e atuar como co-CEO da nova empresa, ao lado de Nunes. A fusão foi aprovada pelos conselhos das duas companhias, conforme comunicado conjunto.
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