- O Departamento de Comércio dos Estados Unidos informou que o PIB cresceu 4,3% (anualizado) no terceiro trimestre de 2025, com publicação atrasada por causa do shutdown.
- Em relação ao segundo trimestre, houve alta de 1,1% no PIB.
- O crescimento foi puxado por consumo, exportações e gastos públicos, mas houve recuo no investimento.
- Analistas esperavam aumento anualizado próximo de 3,2%, antes da divulgação oficial.
- Os mercados abriram em baixa após os dados, com quedas no Dow Jones, Nasdaq e S&P 500.
Os EUA registraram crescimento do PIB de 4,3% no terceiro trimestre de 2025, em taxa anualizada, segundo dados oficiais divulgados com atraso devido ao shutdown que afetou agências de estatística. O resultado ficou acima das previsões dos analistas.
Em relação ao segundo trimestre, o PIB avançou 1,1%. O desempenho foi impulsionado pelo aumento do consumo, pelas exportações e pelos gastos públicos, com queda de investimento trazendo o saldo para baixo, segundo o Departamento de Comércio.
Contexto e causas do atraso
A divulgação foi publicada com atraso de quase dois meses em razão da paralisação do governo federal, que ocorreu entre 1º de outubro e 12 de novembro. O BEA destacou que a medição é uma estimativa anualizada baseada em dados coletados.
Reação e interpretações de mercado
Mercados financeiros reagiram de forma negativa: as bolsas abriram em baixa, com o Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 registrando quedas modestas nas primeiras operações. Analistas citados pela imprensa mencionaram que o Fed pode manter as taxas estáveis diante do PIB robusto.
Perspectivas e avaliações
Analistas apontam que o crescimento surpreendeu ao exceder a modesta moderação prevista de cerca de 3,2% ao ano. Em 2025, o Fed é monitorado para decidir sobre reajustes ou manutenções de juros, com o objetivo de equilibrar inflação e atividade.
Implicações para políticas públicas
Executivo americano enfatiza políticas de apoio ao crescimento, como incentivos fiscais e desregulamentação, que devem influenciar a trajetória de 2025 para 2026. Economistas destacam que recuperação recente depende de consumo e investimentos em infraestrutura digital.
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