- A prata ultrapassou a marca de US$75 pela primeira vez, atingindo US$75,14, com o ouro em US$4.516,50 o spot e recorde de US$4.530,60.
- O ouro à vista subiu 0,8% para US$4.516,50 por onça, e os futuros do ouro para entrega em fevereiro estavam em US$4.547,70.
- A demanda é sustentada pela expectativa de dois cortes de juros do Federal Reserve no próximo ano, com o ouro alcançando recordes históricos.
- A prata à vista subiu 4%, para US$74,82 por onça, após atingir recorde de US$75,14, acompanhando déficits de oferta e forte demanda industrial.
- A platina à vista avançou 7,3%, para US$2.382,35 por onça, após ter atingido recorde anterior de US$2.448,25; o paládio subiu 8,3%, para US$1.823,76, com máxima de três anos observada na sessão anterior.
A prata superou a marca de US$ 75 pela primeira vez, impulsionando também o ouro e a platina a máximas históricas. O movimento ocorre em meio a apostas em cortes de juros nos EUA e a tensões geopolíticas que elevam a demanda por ativos considerados de refúgio.
O ouro à vista avançou 0,8%, atingindo US$ 4.516,50 por onça, após ter alcançado o recorde de US$ 4.530,60. Os contratos futuros para entrega em fevereiro subiram 1%, para US$ 4.547,70, conforme dados do mercado.
A prata à vista saltou 4%, para US$ 74,82, e atingiu recorde de US$ 75,14, ampliando o rali deste ano. A demanda industrial, o status de mineral estratégico dos EUA e déficits de oferta ajudam a sustentar o movimento.
Panorama de preços
A platina avançou 7,3%, para US$ 2.382,35 a onça, depois de tocar recorde de US$ 2.448,25. O paládio subiu 8,3%, para US$ 1.823,76, após máxima de três anos na sessão anterior. Os metais seguem com ganhos semanais robustos.
Especialistas destacam que a redução de liquidez global amplifica a volatilidade entre os metais preciosos. Trechos de analistas apontam que a expectativa de dois cortes de juros no próximo ano fomenta a demanda por ativos mais seguros.
Implicações de curto prazo
Mercados precificam uma trajetória de política monetária mais acomodadora pelo Federal Reserve, o que sustenta o viés de alta dos metais. O movimento também reflete déficits de oferta e o papel da prata como minério crítico.
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