- O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, afirmou que o momento não é de privatização, e sim de parcerias para modernizar a estatal.
- A meta é buscar parcerias estratégicas com empresas de tecnologia e logística para ampliar serviços, mantendo o controle estatal.
- A reestruturação busca sustentabilidade financeira e operacional dos Correios.
- A empresa tem adotado medidas para reduzir custos e aumentar a eficiência, diante de prejuízos atribuídos à crise econômica e à Covid-19.
- A prioridade é digitalizar serviços, implementar plataformas digitais e ampliar a presença dos Correios no país, assegurando a continuidade dos serviços essenciais.
O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse nesta segunda-feira (29) que o momento da estatal é de buscar parcerias, e não privatização. A meta é modernizar e ampliar serviços mantendo o controle estatal.
Durante coletiva em Brasília, Rondon afirmou que as parcerias devem envolver tecnologia e logística para elevar eficiência e qualidade. A reestruturação visa assegurar sustentabilidade financeira e operacional.
Ele destacou que a busca por parcerias estratégicas deve preservar a presença do Estado no controle da empresa, sem abrir mão da governança pública. Também citou medidas para reduzir custos e aprimorar a gestão.
Parcerias, modernização e continuidade
Rondon comentou ainda sobre a importância da digitalização dos serviços, com plataformas digitais para facilitar o acesso aos clientes. O objetivo é facilitar operações e ampliar a oferta de serviços.
O presidente destacou que os Correios continuam investindo em infraestrutura tecnológica para fortalecer a atuação nacional. A prioridade é manter serviços essenciais como envio de cartas e encomendas, com maior cobertura pelo país.
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