- Bitcoin fechou 2025 com queda de cerca de 6%, a primeira red year após o halving, rompendo o ciclo de quatro anos que guiava as altas anteriores.
- Em 2 de janeiro de 2026, o preço ficou em torno de US$ 88.700, cerca de 30% abaixo da máxima de outubro.
- O movimento sinaliza a quebra da identidade impulsionada pelo halving, com ETFs, capital institucional e liquidez macro ganhando maior influência na variação de preço.
- A cobertura aponta que o cenário atual depende cada vez mais de fatores institucionais e de mercado macroeconômico do que do padrão de halvings.
Bitcoin fechou 2025 com queda anual de cerca de 6%, a primeira red year após o halving. O movimento indica ruptura do histórico ciclo de quatro anos que guiou as altas anteriores.
Em 2 de janeiro de 2026, a criptomoeda operava em torno de US$ 88.700, cerca de 30% abaixo da máxima de outubro. Dados sugerem que fatores como ETFs, capital institucional e liquidez macro passaram a ditar o preço.
Dados-chave do movimento
O halving, que ocorre aproximadamente a cada quatro anos, não manteve mais a periodicidade de alta prevista. De acordo com observadores, o cenário atual mostra menor influência de eventos de oferta, com variação atrelada a fluxos institucionais.
O que mudou no impulso do mercado
Especialistas indicam que ETFs e capital institucional ganharam peso, modificando a dinâmica de preço. A liquidez macro passa a ter papel central, reduzindo a previsibilidade dos ciclos anteriores.
Perspectivas para os próximos dias
Analistas recomendam cautela, com volatilidade ainda significativa. A leitura é de que o padrão de alta após halvings não se mantém de forma tão rígida quanto antes. Observa-se maior sensibilidade a movimentos externos.
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