- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil está otimista com o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, considerado bem encaminhado.
- O texto deveria ter sido assinado em dezoito de dezembro, durante a cúpula em Foz do Iguaçu, mas a resistência da Itália e da França levou ao adiamento.
- A assinatura depende da validação por maioria qualificada dos países da União Europeia, que não foi atingida.
- O acordo, que já são vinte e cinco anos de negociação, poderia criar a maior zona de livre comércio do mundo.
- O Mercosul também negocia com os Emirados Árabes Unidos e busca ampliar as preferências tarifárias com Índia, México e Canadá.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira que o Brasil permanece otimista com o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o texto está bem encaminhado. A declaração ocorreu durante a apresentação de dados da balança comercial de 2025.
A assinatura do acordo, prevista para 20 de dezembro, não ocorreu. A resistência da Itália e da França levou o bloco europeu a adiar o consenso. O impasse envolveu a necessidade de aprovação por maioria qualificada, levando em conta 15 países que somem 65% da população da UE.
O acordo, que está em negociação há 25 anos, buscaria criar a maior zona de livre comércio do mundo. Alckmin destacou ainda que o Mercosul negocia com os Emirados Árabes Unidos e busca ampliar as preferências tarifárias com Índia, México e Canadá.
Situação atual e próximos passos
- Elemento: governo brasileiro mantém expectativa de acordo com a UE, após adiamento.
- Elemento: negociações seguem com foco em alinhamento de textos e condições de mercado.
- Elemento: além da UE, o bloco busca acordos bilaterais com outros parceiros para ampliar vantagens comerciais.
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