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Dona da Ambev retoma controle de embalagens metálicas nos EUA por US$ 3 bi

AB InBev readquire 49,9% das fábricas de embalagens de metal nos EUA da Apollo por US$ 3 bilhões, financiado em caixa, com fechamento no primeiro trimestre

Expectativa é que negócio de contêineres de metal seja concluído no primeiro trimestre deste ano.
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  • A Anheuser-Busch InBev readquirirá 49,9% das fábricas de embalagens de metal nos EUA de um consórcio liderado pela Apollo Global Management, em negócio estimado em US$ 3 bilhões, financiado com caixa da empresa.
  • As sete instalações em seis estados integram a cadeia de suprimentos (embalagens de metal) da AB InBev nos Estados Unidos.
  • A operação foi originalmente vendida à Apollo por US$ 3 bilhões em 2020 para ajudar a pagar dívidas relacionadas à aquisição da SABMiller.
  • A empresa afirma que, ao retomar o controle total, busca qualidade, eficiência de custos, velocidade de inovação e segurança de fornecimento, além de gerar empregos de manufatura.
  • A conclusão do acordo está prevista para o primeiro trimestre deste ano.

A Anheuser-Busch InBev readquirirá 49,9% das suas fábricas de embalagens de metal nos EUA de um consórcio de investidores, liderado pela Apollo Global Management, em um negócio estimado em cerca de US$ 3 bilhões. A operação envolve sete plantas em seis estados e faz parte da cadeia de suprimentos da empresa no país. O financiamento será feito com caixa da empresa.

A transação marca a volta do controle total sobre esses ativos, que foram vendidos à Apollo em 2020 por US$ 3 bilhões para ajudar a reduzir dívidas após a aquisição da SABMiller, em 2016. AB InBev disse que a retomada assegura qualidade, eficiência de custos, velocidade de inovação e segurança de fornecimento para suas marcas.

A notícia repercutiu com leve recuo inicial das ações da empresa, que operavam com queda de pouco mais de 1% no pregão, enquanto o papel ganhou valorização de quase 14% em 2025. Especialistas veem o movimento como uma estratégia de desalavancagem e de consolidação de caixa.

Detalhes do acordo

A AB InBev financiará a compra com recursos de caixa disponível. Analistas veem a operação como uma reacção às tarifas sobre alumínio e aço, destacando o papel estratégico das embalagens. A conclusão do negócio é esperada para o primeiro trimestre deste ano, sujeito a condições usuais de fechamento.

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