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Construção no Reino Unido registra pior ciclo desde a crise financeira global

Construção britânica recua pelo 12º mês seguido em dezembro; moradias sofrem a pior queda desde maio de 2020, sinalizando fraqueza contínua do setor

The housebuilding subindex dropped to 33.5, the lowest since May 2020.
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  • Output da construção no Reino Unido caiu pelo 12º mês seguido em dezembro, o pior desempenho desde a crise financeira de 2007-09.
  • O PMI de construção ficou em 40,1 em dezembro, abaixo de 50, indicando contração.
  • O subíndice de construção de moradias caiu para 33,5, o menor nível desde maio de 2020.
  • O setor comercial registrou a maior queda em mais de cinco anos e meio (índice em 42), enquanto a engenharia civil permaneceu mais fraca (32,9).
  • Há sinais de otimismo para os próximos doze meses, com 37% das empresas prevendo aumento da produção; o PMI de todos os setores ficou em 50,4, indicando leve expansão da economia.

O setor de construção do Reino Unido registrou o pior desempenho desde a crise financeira, com a construção de moradias em queda acentuada, a mais intensa desde o início da pandemia. A produção total recuou pelo 12º mês consecutivo em dezembro, conforme a PMI do setor.

O índice de atividade da construção ficou em 40,1 em dezembro, sinalizando contração. Economistas previam leve melhora, para 42,5. A leitura abaixo de 50 indica retração, e o indicador de habitação caiu para 33,5, o menor patamar desde maio de 2020.

A Casa Jason Reed reconheceu que é necessário um aumento rápido na construção de casas para cumprir a meta do governo de 1,5 milhão de moradias em cinco anos, mas alertou que o setor pode não alcançar o objetivo. Construtoras indicaram queda de demanda e confiança dos clientes.

No segmento comercial, a atividade caiu na velocidade mais rápida em mais de cinco anos e meio, com o índice em 42. A engenharia civil mostrou recuo mais fraco, mas ainda foi o setor mais fraco, com leitura de 32,9. A perspectiva, porém, ficou mais favorável entre as firms.

Apesar da piora recente, as empresas ficaram mais otimistas quanto ao próximo ano, com 37% projetando alta de produção, contra 20% que preveem queda. Expectativas passaram a ser influenciadas por menores custos de empréstimos e pela redução da incerteza em relação ao orçamento de Rachel Reeves, segundo a análise do mercado.

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