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Abertura na Ásia: Bitcoin cai, ações sobem antes de dados de empregos nos EUA

Bitcoin estabiliza em torno de 91 mil dólares; ações asiáticas sobem modestamente enquanto mercado aguarda payrolls dos EUA e possível decisão da Suprema Corte sobre tarifas de Trump

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  • Bitcoin fica em torno de $91.100, com mercados asiáticos abertos moderadamente mais altos em busca do payrolls dos EUA e de uma possível decisão da Suprema Corte sobre tarifas.
  • Na Ásia, Xangai subiu 0,58%, o SZSE Component avançou 0,36% e o Hang Seng ganhou 0,40% a 26.254,50; o China A50 caiu 0,16%.
  • O Bitcoin opera dentro de uma faixa estreita, com expectativa de variação entre $88.000 e $95.000 neste mês.
  • Os mercados permanecem sensíveis a dados de empregos, ao ajuste de juros e a novidades sobre política econômica dos EUA, com Wall Street misto.
  • A Fitch elevou a perspectiva de crescimento dos EUA, prevendo PIB de 2,1% em 2025 e 2,0% em 2026, enquanto o dólar se mantém firme.

Bitcoin recuou a cerca de US$ 91 mil nesta sexta, com os mercados asiáticos abrindo em leve alta. Traders aguardam o relatório de empregos não agrícolas dos EUA e uma possível decisão da Suprema Corte sobre as tarifas do presidente Donald Trump.

Na abertura, ações da China avançaram, com o Shanghai subindo 0,58% e o componente SZSE registrando alta de 0,36%. Hong Kong teve ganho de 0,40%, a 26.254,50 pontos. O CSI 300 não acompanhou, caindo marginalmente.

No espaço de criptomoedas, o mercado permaneceu em faixa estreita após volatilidade inicial do ano, com os investidores adotando postura de espera diante de indicadores macro e de políticas monetárias.

Panorama de mercado

Bitcoin: US$ 91.102, alta de 0,3%.

Ether: US$ 3.111, queda de 1,3%.

XRP: US$ 2,12, queda de 1,8%.

Capitalização total do mercado cripto: US$ 3,19 trilhões, queda de 0,2%.

Bitcoin permanece preso em faixa, segundo analista: a consolidação pode ficar entre US$ 88 mil e US$ 95 mil ao longo de janeiro, com viés levemente positivo, conforme a leitura de Linh Tran, da XS.com.

Na Ásia, Japão e Austrália abriram em alta, enquanto a Coreia do Sul ficou para trás. O humor dos mercados segue sensível a sinais de crescimento mundial e às perspectivas de cortes de juros nos EUA, após os dados de payrolls.

Perspectivas e cenário macro

Wall Street terminou com salto misto na véspera, com o S&P 500 praticamente estável e quedas em grandes nomes de tecnologia. A negociação envolveu Nvidia, mas altas em ações de defesa após chamada de Trump por orçamento militar maior.

Mercado de juros reagiu a comentário de Trump sobre a compra de US$ 200 bilhões em títulos lastreados em hipotecas, impulsionando futuros de Treasuries. A disputa tarifária continua no radar de risco, com a Suprema Corte avalizando o destino de grande parte dessas tarifas ainda nesta semana.

No cenário externo, o dólar manteve ganhos, o petróleo avançou com atenção a Venezuela e Irã, e metais como prata recuaram após máximas recentes. O ouro manteve-se estável, em um ambiente de liquidez ajustada.

Fitch revisou para cima a previsão de crescimento dos EUA, estimando PIB de 2,1% em 2025 e 2,0% em 2026, após incorporar dados econômicos mais recentes que chegaram com atraso devido ao fechamento do governo no ano anterior.

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