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Vendas de alimentos de Natal da M&S sobem, roupas sofrem com ciberataque

Vendas de alimentos sobem no Natal na Marks & Spencer, enquanto vestuário recua por impactos do ataque cibernético e menor confiança do consumidor

M&S boss Stuart Machin said there were strong sales of core grocery items with new products and upgrades on products such as Italian ready meals, in-store bakery an deli all bringing in more shoppers.
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  • Vendas de alimentos da Marks & Spencer foram fortes durante o período de Natal.
  • Vendas de roupas caíram 2,9%, em meio a confiança do consumidor fraca e menor movimento nas ruas.
  • As vendas totais atingiram £4,15 bilhões, excluindo a joint venture com a Ocado.
  • A empresa informou que o lucro subjacente caiu para £184,1 milhões nos seis meses encerrados em 27 de setembro, após ter interrompido pedidos online por mais de seis semanas devido ao ataque cibernético.
  • O online de groceries da Ocado registrou alta de 13,7% nas vendas, com aumento de itens pedidos e de pedidos; a empresa planeja acelerar a reestruturação, ampliando espaço para alimentos nas lojas.

Marks & Spencer registrou força nas vendas de alimentação durante o período festivo de Natal, porém o vestuário teve queda, refletindo o impacto residual do ataque cibernético de 2024 e a fraqueza da confiança do consumidor.

A empresa informou que, no acumulado recente, as lojas próprias veem crescimento de 5,6% nas vendas de lojas estabelecidas no trimestre encerrado em 27 de dezembro, enquanto o vestuário recuou 2,9%. O total de vendas ainda aumentou 3,3%, para 4,15 bilhões de libras, desconsiderando a joint venture com Ocado.

Stuart Machin, CEO, atribuiu o desempenho a fatores como confiança do consumidor abalada, clima mais ameno e efeitos tardios do incidente de segurança que interrompeu pedidos online por mais de seis semanas no ano anterior. Ele afirmou que o problema de estoque resultou do impacto prolongado do ataque.

Desempenho por segmento

O negócio de alimentação teve impulso, com crescimento de participação de mercado e lançamento de produtos. Itens centrais de mercearia, além de melhorias em pratos prontos italianos, padaria interna e delicatessens, contribuíram para o aumento de clientes. A online grocery também apresentou resultados robustos.

A área de não alimentares começou a se recuperar, segundo Machin, que destacou o avanço gradual da recuperação no portfólio não alimentício. O grupo informou que o varejo online continua a crescer, com a parceria com Ocado registrando alta de 13,7% em vendas, número de itens e de pedidos.

A estratégia de reestruturação continua, com fechamento e realocação de lojas que concentram vestuário, abrindo espaço adicional para alimentos. A empresa possui cerca de 230 lojas de linha completa e quase 800 unidades apenas de alimentação.

Machin afirmou que a administração acelerará a execução do plano de transformação, em meio a um ambiente de consumo incerto. A companhia também ressaltou que o desempenho de seus canais de varejo, especialmente a área de alimentos, tem ganhado participação de mercado.

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