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São Paulo, cidade mais segura do mundo contra bolhas imobiliárias, segundo UBS

São Paulo lidera o UBS Global Real Estate Bubble Index 2025 como cidade mais segura, com pontuação de -0,10, a menor da série histórica

Pontuação de São Paulo no UBS Global Real Estate Bubble Index 2025 foi de - 0,10, a menor da série histórica
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  • São Paulo é a cidade mais segura entre 21 grandes metrópoles no UBS Global Real Estate Bubble Index 2025.
  • A pontuação fica em menos 0,10, a menor da série, fazendo de São Paulo a única cidade no campo negativo.
  • Miami é apontada como a de maior risco de bolha imobiliária no ranking, com índice de 1,73.
  • Em São Paulo, os aluguéis subiram 5% em termos reais no último ano, enquanto os preços de venda não acompanharam a inflação, pressionados por juros altos.
  • O relatório indica queda global de riscos desde 2022 e destaca cidades como Tóquio e Zurique em alto risco, com tendência de mudanças na demanda nos centros urbanos.

São Paulo foi reconhecida pelo UBS Global Real Estate Bubble Index 2025 como a cidade mais segura entre 21 grandes metrópoles mundiais. A pontuação ficou em -0,10, a menor da série histórica, destacando a cidade como única a apresentar campo negativo no índice.

O estudo analisa o risco de bolhas no mercado imobiliário global, avaliando relação preço/renda, empréstimos hipotecários e atividade de construção. Em São Paulo, os preços reais mantêm estabilidade desde 2022, enquanto outras metrópoles elege altas rápidas de valor.

Miami lidera o ranking de maior risco, com 1,73, impulsionada por valorização de 50% nos últimos cinco anos. São Paulo fica bem abaixo desse patamar, com aluguéis subindo 5% em termos reais no último ano, e venda de imóveis desacelerando devido às altas taxas de juros.

Contexto e comparação internacional

Tóquio aparece com 1,59 e Zurique com 1,55, ambos no grupo de alto risco. Outras cidades variam entre risco elevado, moderado e baixo, segundo o índice. Em Paris e Londres, os preços superam dez vezes a renda anual; a acessibilidade permanece um desafio em várias regiões.

Fatores explicativos e tendências

O relatório aponta que, globalmente, o risco vem diminuindo desde 2022, com queda de cerca de 15% nos preços médios, associada a juros elevados. Mesmo assim, a demanda por moradia em centros pode mudar conforme políticas de financiamento e demografia.

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