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BC concorda com inspeção em caso do Banco Master, aponta TCU

TCU confirma que o Banco Central concordou com inspeção nos documentos da liquidação do Banco Master; apreciação pelo plenário fica marcada para 21 de janeiro

O presidente do TCU, Vital do Rêgo. Foto: Divulgação/TCU
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  • O Banco Central concordou com a inspeção nos documentos sobre a liquidação do Banco Master, segundo o presidente do TCU, Vital do Rêgo.
  • A reunião contou com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e o ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso na Corte de Contas.
  • Vital afirmou que o TCU terá acesso aos documentos do BC já a partir de hoje e levará o tema ao plenário em 21 de janeiro para decidir a continuidade da inspeção.
  • O ministro ressaltou que a inspeção não pode reverter a liquidação já decretada pelo BC, que segue sob análise do tribunal.
  • O processo envolve investigação do Ministério Público de Contas e ocorre em meio a uma operação da Polícia Federal que prendeu o dono do banco, Daniel Vorcaro, por fraude financeira.

O presidente do TCU, Vital do Rêgo, informou que o Banco Central concordou com uma inspeção nos documentos sobre a liquidação do Banco Master. A decisão foi tomada em encontro nesta segunda-feira, 12, com Gabriel Galípolo e o ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso.

A reunião durou cerca de uma hora. Vital afirmou que o TCU terá acesso aos documentos do BC usados como base para o processo liquidatário e que a análise será conduzida pelo tribunal a partir de hoje.

Vital confirmou que a inspeção será submetida ao crivo do plenário do TCU em 21 de janeiro. A expectativa é de que o procedimento dure menos de um mês. O ministro lembrou que o TCU não tem competência para reverter a liquidação.

Contexto da atuação do TCU

Jhonatan de Jesus descreveu a reunião como amistosa e cooperativa, com alinhamento sobre a competência do TCU para fiscalizar atos do BC. A motivação inicial foi uma representação do Ministério Público de Contas pedindo esclarecimentos sobre os critérios que levaram o BC a decretar a liquidação em novembro de 2025.

O caso ganhou complexidade com a operação da Polícia Federal que prendeu o dono do banco, Daniel Vorcaro, investigado por fraude financeira e venda de títulos de crédito falsos. O objetivo do TCU é esclarecer o julgamento e os documentos que embasaram a liquidação.

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