- Aposentados e pensionistas do INSS com benefício acima do salário mínimo terão reajuste de 3,90% na remuneração, após o INPC divulgado na sexta-feira, 9.
- A atualização foi oficializada por portaria do governo federal publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 12.
- O teto dos benefícios do INSS passa de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55.
- Ainda assim, o reajuste fica abaixo da inflação oficial de 2025, medida pelo IPCA, que fechou em 4,26%.
- O INPC é o índice utilizado para reajustes de benefícios acima do piso; a diferença entre os índices implica perda de poder de compra, e a correção de 3,9% vale integralmente apenas para quem já recebia antes de 1º de janeiro do ano passado.
Aposentados e pensionistas do INSS com benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 3,90% na remuneração após a divulgação do INPC na sexta-feira (9). A atualização foi oficializada por meio de portaria do governo federal publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (12).
Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS sobe de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55. A correção, no entanto, fica abaixo da inflação oficial do país, já que o IPCA de 2025 fechou em alta de 4,26%.
O INPC é utilizado como índice de reajuste para benefícios acima do piso nacional, e a diferença entre INPC e IPCA indica perda de poder de compra para quem recebe acima do mínimo. A aplicação de 3,90% vale integralmente apenas para segurados que recebiam aposentadoria ou pensão em 1º de janeiro de 2024.
A reportagem aponta que a atualização está condicionada ao valor do INPC e às regras vigentes para reajustes de regimes de benefício no INSS. O texto também traz explicações sobre o INPC e as consequências para as aposentadorias em 2026.
Segundo especialistas, a diferença entre IPCA e INPC tende a impactar o poder de compra de beneficiários de faixas acima do piso, ainda que o teto tenha aumentado. O governo não anunciou outras mudanças de política de aposentadorias neste anúncio.
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