- Trump anunciou um programa de compra de títulos hipotecários no valor de US$ 200 bilhões, para reduzir as taxas de juros de financiamentos imobiliários nos Estados Unidos.
- As compras seriam realizadas pela Fannie Mae e pela Freddie Mac e não dependeriam da aprovação do Congresso, segundo Bill Pulte.
- A medida, apresentada como forma de ampliar a acessibilidade ao crédito imobiliário, deve reduzir as taxas de hipoteca e os pagamentos mensais das famílias.
- Bill Pulte disse que as ações incluirão compras estratégicas e de grande porte, atribuindo a crise imobiliária à gestão de Joe Biden.
- Em outra frente, Trump afirmou que pretende vetar compras de novas casas unifamiliares por grandes investidores institucionais e pediu ao Congresso que formalize a medida em lei.
Donald Trump anunciou a implantação de um programa de compra de títulos hipotecários no valor de US$ 200 bilhões, visando reduzir as taxas de financiamento imobiliário nos EUA. A medida foi apresentada como resposta à acessibilidade ao crédito no setor.
Segundo o anúncio, as aquisições serão feitas pela Fannie Mae e pela Freddie Mac, entidades apoiadas pelo governo, e não dependerão de aprovação do Congresso. A proposta busca diminuir os pagamentos mensais das famílias.
A Casa Branca atribui a crise de acessibilidade a políticas anteriores, mas não há confirmação de aprovação legislativa. A iniciativa foi revelada após críticas à alta dos juros na economia.
Medidas de compra de títulos
A aposta é por compras estratégicas de grande porte de títulos hipotecários. As ações, descritas por assessores, visam melhorar a disponibilidade de crédito para comprador de primeira casa.
Analistas consultados pelo Financial Times apontam que a medida pode enfrentar resistência no Congresso e depender de regulamentações federais. Avalia-se o impacto no mercado de crédito.
Proibição a grandes investidores
Na mesma linha, Trump sinalizou a proibição de grandes investidores institucionais de compra de novas casas unifamiliares. A ideia seria submetida ao Legislativo para formalizar a eficácia.
A justificativa é estimular a oferta de imóveis para compra responsável, diante de altas de preço atribuídas à atuação de investidores. Especialistas discutem efeitos sobre o mercado imobiliário.
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