Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bancos Centrais Globais Apoiam Powell após Ameaça de Trump

Bancos centrais globais apoiam Powell diante de ameaça de indiciamento nos EUA, ressaltando a independência do Fed e a estabilidade de preços

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Chefes de bancos centrais globais divulgaram uma declaração conjunta em apoio a Jerome Powell, após o governo dos EUA ameaçar indiciá-lo por depoimento ao Congresso.
  • Assinaram autoridades de bancos centrais, incluindo o Banco Central do Brasil, cujo presidente, Gabriel Galípolo, integrou a lista; o BCE, o Banco da Inglaterra e outras instituições também assinaram.
  • O objetivo da nota é defender a independência dos bancos centrais e a integridade de Powell diante de alegações de influência política sobre as taxas de juros.
  • O Banco do Japão ficou ausente da lista; o BCE e o BIS não comentaram oficialmente a decisão, e o documento pode receber novas adesões.
  • Os signatários destacaram que a independência é crucial para a estabilidade de preços e dos mercados, evitando inflação mais alta e volatilidade financeira.

Vários dos principais bancos centrais do mundo divulgaram nesta terça-feira uma declaração conjunta em apoio ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. A ação ocorreu após o governo dos EUA ameaçar indiciá-lo por um depoimento sobre a reforma da sede do Fed, considerado por críticos como pretexto para influenciar decisões sobre juros.

Entre os signatários estão o BCE, o Banco da Inglaterra e instituições de outros países, incluindo o Banco Central do Brasil. O texto afirma que Powell agiu com integridade e ressalta a independência dos bancos centrais como essencial para a estabilidade de preços e dos mercados financeiros.

A presidência do BCE, Christine Lagarde, foi a principal articuladora da resposta, segundo fontes próximas ao processo. O BIS também mobilizou apoio entre os governadores, enquanto o Bank of Japan não participou da lista publicada. O BOJ explicou que não comentaria ações de outros bancos centrais.

Participação e contexto internacional

Foram citados ainda bancos centrais da Suécia, Dinamarca, Suíça, Austrália, Coreia do Sul e França, além de altas funções do BIS. Segundo apurações, a lista não é definitiva e pode receber novos signatários.

Implicações e perspectivas

Especialistas apontam que a independência do Fed é vista como crucial para ancorar a inflação. Críticas ao tom político seguem ganhando espaço no debate sobre coordenação entre autoridades monetárias e políticas. A economia global observa o desdobramento com atenção.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais