•61% dos profissionais brasileiros pretendem buscar um novo emprego em 2026, alta de sete pontos percentuais em relação a 2025, em meio a um mercado de trabalho mais aquecido.
•Entre quem busca mudança, 72% quer permanecer na mesma área, trocando de empresa, e 28% avalia transição de carreira.
•Motivações para permanecer na área atual incluem crescimento (45%), remuneração mais alta (42%), novos desafios (31%), trabalho remoto ou híbrido (31%) e pacote de benefícios (29%).
•Entre os que consideram migrar de profissão, o principal motivador é a renda (63%), seguido de qualidade de vida (39%), realização pessoal (29%), aprendizado de novas habilidades (27%) e flexibilidade (24%).
•Fatores que mantêm profissionais nas empresas atuais são benefícios e remuneração (52%), modelos de trabalho flexíveis (46%), equilíbrio vida pessoal e profissional (33%), ambiente e cultura organizacional (31%) e oportunidades de desenvolvimento (25%).
O mercado de trabalho brasileiro apresenta maior abertura a mudanças de carreira em 2026. Em levantamento divulgado em janeiro, 61% dos profissionais afirmam que procurarão um novo emprego no próximo ano, ante 54% em 2025. O aumento de sete pontos aponta aquecimento do mercado e maior confiança na mobilidade.
A pesquisa, realizada pela Robert Half, aponta que remuneração, desenvolvimento profissional e qualidade de vida lideram as motivações para a troca de emprego. O resultado indica que muitos avaliam opções com base em ganhos e oportunidades.
Mudança dentro da mesma área
Entre os que pretendem buscar um novo emprego, a maioria não pretende mudar de área. Em 72% a mudança é apenas de empresa, mantendo o campo de atuação; 28% avaliam uma transição de carreira.
Para quem permanece na área, os principais motivadores são oportunidades de crescimento (45%), maior remuneração (42%) e novos desafios (31%). Trabalho remoto ou híbrido e pacotes de benefícios também aparecem entre as motivações.
Transição de carreira em foco
Entre os profissionais que avaliam migrar para outra profissão, os fatores financeiros ganham peso. Renda é apontada por 63% como principal motivação, seguida de qualidade de vida (39%), realização pessoal (29%), aprendizado de novas habilidades (27%) e flexibilidade (24%).
O que sustenta a permanência
Sobre quem permanece nas empresas atuais, benefícios e remuneração aparecem como drivers principais (52%). Modelos de trabalho flexíveis aparecem em seguida (46%), seguidos por equilíbrio entre vida pessoal e profissional (33%), ambiente e cultura organizacional (31%) e oportunidades de desenvolvimento (25%).
Planejamento orienta decisões
A Robert Half destaca o Guia Salarial como ferramenta para decisões em meio a maior mobilidade. O material reúne dados sobre salários, cargos demandados e competências valorizadas, ajudando profissionais a planejar o próximo movimento em 2026.
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