- Começa nesta segunda-feira, 19, em Davos, Suíça, o Fórum Econômico Mundial, que vai até dia 23 com o tema “Um Espírito de Diálogo”.
- O encontro reúne mais de três mil delegados de mais de cento e trinta países, incluindo sessenta e quatro chefes de Estado e de governo.
- A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck, que participará de debates, entre eles o Global Digital Collaboration (GDC).
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.
- Um relatório da Oxfam Brasil mostra que a riqueza dos bilionários cresceu mais de dezesseis por cento em mil e vinte e cinco, chegando a US$ 18,3 trilhões, o nível mais alto já registrado.
O Fórum Econômico Mundial começa nesta segunda-feira, 19, em Davos, Suíça. O encontro, que segue até 23 de janeiro, reúne líderes políticos e empresários das principais economias do mundo com o tema “Um Espírito de Diálogo”, visando fomentar a cooperação entre governos, empresas e organizações.
A delegação brasileira é representada pela ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck. Ela participará de debates, incluindo a reunião do Global Digital Collaboration, que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e o setor privado em torno de soluções digitais. Lula não participa de Davos em 2026.
Mais de 3 mil delegados de mais de 130 países são esperados no evento, que terá a presença de 64 chefes de Estado e de governo, segundo a organização. A participação brasileira marca a atuação do governo em temas de gestão pública e inovação durante as discussões do fórum.
Concentração de riqueza
Um relatório da Oxfam Brasil lançado no ato de abertura aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. O montante alcançou US$ 18,3 trilhões, o maior da história, com crescimento três vezes superior à média dos cinco anos anteriores.
Desde 2020, a fortuna concentrada entre bilionários aumentou 81%. Ao mesmo tempo, uma parcela relevante da população mundial enfrenta insegurança alimentar, e aproximadamente metade da população mundial vive na pobreza. O estudo aponta que o ganho de US$ 2,5 trilhões entre 2024 e 2025 seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes.
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