- Apenas sete por cento das empresas que adotaram IA conseguiram comprovar retorno sobre o investimento, segundo levantamento da Totvs.
- O desafio não está na tecnologia, mas na forma como os projetos são estruturados: iniciativas sem objetivos de negócio claros costumam não gerar retorno financeiro.
- Empresas avançam com provas de valor de curto prazo, com ciclos de até trinta dias, partindo de problemas específicos do negócio e entregando um MVP com dados mensuráveis.
- A participação da alta gestão aumenta a disciplina dos projetos; sem patrocínio executivo, iniciativas ficam restritas a pilotos e geram menor impacto financeiro.
- Modelo “Think + Do” combina consultoria estratégica e execução tecnológica, com governança desde o início (compliance by design) e monitoramento de dados via plataforma Safetix; ganhos observados incluem receita entre sete e doze por cento e redução de até cinquenta por cento no tempo de execução, respaldados por frameworks como National Institute of Standards and Technology (NIST) AI Risk Management Framework (AI RMF) e MITRE ATLAS, com supervisão humana em etapas críticas.
A adoção de inteligência artificial nas empresas brasileiras avança, mas o retorno financeiro ainda é exceção. Levantamento da Totvs aponta que apenas 7% das organizações que adotaram IA conseguiram comprovar retorno sobre o investimento, evidenciando a distância entre uso e resultado econômico.
A Semantix aponta que o desafio não está na tecnologia em si, mas na forma como os projetos são estruturados. Iniciativas sem objetivos de negócio claros tendem a não entregar ganhos financeiros, conforme afirmação de Plínio Martins.
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