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Emprego no Reino Unido cai novamente, crescimento salarial desacelera

Emprego cai em dezembro, com recuo de 184 mil; salários do setor privado desaceleram para 4,5% e desemprego permanece em 5,1%

The retail and hospitality sector, such as pubs, showed weak hiring.
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  • O número de pessoas empregadas com carteira de trabalho no Reino Unido caiu 184 mil em dezembro na comparação com o ano anterior, totalizando 30,2 milhões.
  • A taxa de desemprego ficou em 5,1% no trimestre encerrado em novembro.
  • As quedas de ocupação concentraram-se em varejo, alimentação e hotelaria.
  • O crescimento salarial no setor privado desacelerou para 4,5% (sem bônus) no trimestre, e 4,7% (com bônus).
  • Economistas esperavam desemprego estável em 5,1% e salário médio caindo para 4,5% no mesmo período.

O número de trabalhadores empregados no Reino Unido caiu novamente, com quedas mais acentuadas no varejo, restaurantes e hotéis, sinalizando fraca criação de vagas. Os dados oficiais apontam que, em dezembro, o total de pessoas com carteira de trabalho caiu 184 mil na comparação com o ano anterior, para 30,2 milhões. A taxa de desemprego permaneceu em 5,1% nos três meses até novembro.

A inflação do emprego acompanha esse quadro; o crescimento salarial no setor privado desacelerou para o menor ritmo em cinco anos. Sem bônus, o ganho remuneratório ficou em 4,5% no trimestre; com bônus, caiu para 4,7%. No setor público, a remuneração continua elevada, em parte devido a reajustes anteriores.

Segundo a ONS, o mercado de trabalho enfraqueceu bastante ao longo do último ano, com o desemprego subindo para 1,8 milhão e o número de vagas abaixo da média pré-pandemia. Pequenas empresas reduziram contratações e evitaram novas contratações, em meio a medidas de custo de vida mais altas e incerteza econômica.

Economistas de mercado esperavam a manutenção da taxa de desemprego em 5,1% e salário médio, sem bônus, caindo para 4,5% até novembro. Observam que a inflação ainda influencia decisões de contratação e a incerteza global persiste, embora haja expectativa de cortes de juros pelo Banco da Inglaterra ao menos duas vezes neste ano para 3,25%.

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