- O Ibovespa fechou na terça-feira aos 166.277 pontos, alta de 0,87%, atingindo novo recorde nominal.
- A Vale subiu 1,92% com a expectativa de aumento na produção de cobre, metal essencial para a transição energética.
- A Petrobras avançou 0,37% após anúncios de investimentos para ampliar a frota de transporte de gás e derivados.
- No exterior, contratos futuros dos EUA recuaram cerca de 2% e o ouro atingiu novo recorde, US$ 4.865 por onça, com o discurso de Trump em Davos elevando tensões sobre Groenlândia.
- A imprensa e investidores acompanham o Fórum Econômico Mundial em Davos, com sinais de que o cenário global pode favorecer fluxos para o mercado brasileiro, mantendo o Ibovespa em leve valorização.
Na terça-feira, 20 de janeiro, o Ibovespa atingiu um recorde nominal, fechando aos 166.277 pontos em Buenos Aires? Não. Em São Paulo. O índice subiu 0,87% apesar da queda em Wall Street, impulsionado pela Vale, cuja alta chegou a 1,92% com expectativa de elevar a produção de cobre.
A Petrobras também ficou no positivo, com alta de 0,37% após anúncios de investimentos para ampliar a frota de transporte de gás e derivados. O desempenho doméstico contrasta com a sessão negativa dos EUA, sinalizando demanda por ativos brasileiros.
Cenário global
Mais cedo, as bolsas da Ásia registraram quedas, refletindo tensões geopolíticas e receios de choque comercial. Os contratos futuros do S&P 500 recuaram cerca de 2% após o fechamento da sessão local.
Trump foi um dos destaques à noite, ao reabrir a pauta sobre a Groenlândia em Davos e manter a cobrança sobre tarifas com a Europa. O Fórum Econômico Mundial segue atento ao desenrolar das negociações e declarações.
Perspectivas do dia
O mercado americano acompanha o discurso de Trump, que pode influenciar volatilidade global. Investidores aguardam sinais sobre condições de comércio e política externa, com impacto potencial sobre ativos emergentes.
Indicadores
Sem dados relevantes neste momento. As atenções permanecem no desenrolar do Fórum de Davos e nas respostas a possíveis mudanças na política externa.
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