- A Mastercard passou a deter 31,87% do capital social da Westwing após a execução de uma alienação fiduciária.
- Aproximadamente 3,5 milhões de ações com direito a voto foram transferidas para a Mastercard em decorrência da garantia executada.
- A Westwing não detalhou o cronograma ou o formato da venda das ações, nem eventuais impactos na estrutura acionária.
- A Mastercard não pretende votar em assembleias nem influenciar decisões; age como credora na recuperação do valor e pretende vender os papéis.
- A venda no mercado pode ocorrer por leilão, negociação em bolsa ou operação privada, conforme permitido por lei.
A Mastercard passou a deter 31,87% do capital social da Westwing, após a execução de garantia relativa a uma alienação fiduciária. A operação ocorreu com a varejista de móveis, decoração e artigos para casa informando ao mercado nesta terça-feira, 20.
Conforme o comunicado ao mercado, a Mastercard recebeu aproximadamente 3,5 milhões de ações com direito a voto em decorrência da execução da garantia. O montante representa uma participação relevante na estrutura acionária da Westwing.
A Westwing não detalhou o cronograma nem o formato da venda das ações, nem possíveis impactos na composição acionária após a alienação. A empresa pode realizar desinvestimento por meio de leilão, negociação em bolsa ou operação privada, conforme a legislação aplicável.
A Mastercard informou que não pretende votar em assembleias, nem influenciar decisões da Westwing. Seu papel, segundo o comunicado, é atuar como credora no processo de recuperação do valor, com o objetivo de vender as ações no mercado.
A instituição financeira não busca tornar-se acionista estratégico da Westwing. A operação de alienação fiduciária autoriza a transferência das ações ao credor em caso de inadimplência, conforme as regras previstas no instrumento de garantia.
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