- Pré-mercado aponta alta; futuros dos principais índices dos EUA e o ETF EWZ em alta.
- A alta é provocada pelo recuo de Donald Trump sobre anexar a Groenlândia à força, o que evitaria atritos com a aliança EUA-Europa.
- Na sessão anterior, o S&P 500 subiu 1,16%, o maior ganho em dois meses; o Ibovespa fechou em 171.816,67 pontos e o dólar caiu para 5,32 reais.
- Hoje, destaque fica com o índice de preços PCE de novembro, que pode orientar as expectativas de juros; a decisão do Federal Reserve ocorre na próxima semana.
- Indicadores relevantes nos EUA incluem pedidos iniciais de seguro-desemprego esperados em 209 mil, PIB do terceiro trimestre em 4,3% e o PCE (novembro) com variações esperadas de 0,2% mensal e 2,8% no acumulado de 12 meses.
Os mercados operam com tom de alívio nesta quinta-feira, 22 de janeiro, após a mudança de postura do presidente dos EUA sobre a Groenlândia. A possibilidade de anexação forçada foi retirada, reduzindo tensões com a Europa e favorecendo a busca por ativos de risco.
Os contratos futuros de índices americanos avançam no pré-mercado, assim como as cotas do ETF EWZ, da bolsa brasileira. Na véspera, o S&P 500 teve forte alta após New Posts de Trump sobre a Groenlândia.
O Ibovespa fechou em alta na última sessão, atingindo 171.816,67 pontos, com o dólar recuando para 5,32 reais. A confiança recente alimenta uma precificação mais positiva para ativos globais e locais.
Perspectivas e indicadores do dia
A inflação americana de novembro, medida pelo índice PCE, é o dado-chave de hoje para orientar expectativas de juros. O relatório chega com atraso devido à paralisação do governo.
Nos EUA, o radar inclui Pedidos iniciais de seguro-desemprego, PIB do 3º trimestre, e os componentes do PCE e seu núcleo. Os números ajudam a calibrar o tom da próxima reunião do Fed.
Brasil e EUA: atenção aos indicadores localmente divulgados pelo Conselho Monetário Nacional e aos dados de inflação que podem impactar decisões de política monetária e câmbio.
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