- Dois homens foram indiciados pela Serious Fraud Office por participação em esquema de fraude ligado ao colapso da Safe Hands, empresa de planos funerários pré-pagos.
- Richard Wells, 39 anos, residente na Espanha, e Neil Debenham, 43, de Norwich, enfrentam acusação de conspiração para fraudar.
- O colapso da Safe Hands, em 2022, deixou cerca de 46 mil clientes sem o dinheiro que haviam pago para o funeral.
- A SFO afirmou que o caso envolve a falha em obter aprovação regulatória para a venda continuada dos planos e que o inquérito prossegue desde 2023.
- Os acusados devem comparecer ao tribunal de Westminster no dia 5 de fevereiro.
Dois homens foram indiciados pela Serious Fraud Office (SFO) em investigação sobre a falência da Safe Hands, empresa de planos funerários pré-pagos no Reino Unido. Em 2022, a companhia faliu, deixando cerca de 46 mil clientes sem o dinheiro investido.
Richard Wells, 39, que reside na Espanha, e Neil Debenham, 43, de Norwich, foram acusados de conspiração para defraudar. A SFO afirmou que o esquema prometia tranquilidade a milhares de pessoas, mas o colapso expôs os planos dos clientes e seus arranjos funerários.
A investigação envolve a falência após a Safe Hands não conseguir aprovação regulatória para continuar vendendo os planos. Wells foi ex-diretor da SHP Capital; Debenham ocupava cargo de alto escalão na empresa. A apuração começou em 2023.
Contexto regulatório e desdobramentos
A Safe Hands atuava no setor de venda de planos funerários pré-pagos, que passou a exigir aprovação da Financial Conduct Authority desde 2022. Administradores disseram que a empresa não conseguiu cobrir os custos funerários dos clientes após o colapso.
Próximos passos
Os dois acusados devem comparecer ao Westminster magistrates court em 5 de fevereiro para a leitura das acusações e continuidade do processo. A SFO destacou que as investigações continuam para esclarecer os fatos.
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