- O dólar fechou em R$ 5,33, queda de 2,15%, após atingir R$ 5,36 pela manhã.
- A rotação de carteiras globais e pesquisas eleitorais que indicam cenário mais estável favoreceram a valorização do real.
- O mercado acompanha decisões do Federal Reserve e aponta possível continuidade da valorização do real nos próximos dias.
- No mercado futuro, contratos de março fecharam em R$ 5,35, queda de 2,20%.
- A queda do dólar repercute na inflação, nos preços ao consumidor e nas decisões do Banco Central.
O dólar caiu nesta quarta-feira (22), com o real ganhando fôlego diante da rotação de carteiras globais e de pesquisas eleitorais que sinalizam um cenário mais estável para a moeda brasileira. A cotação fechou em R$ 5,33, queda de 2,15% após tocar R$ 5,36 pela manhã, em meio ao apetite por ativos de maior risco.
Analistas apontam que a rotação de carteiras, que busca maior retorno em ativos mais voláteis, favorece o real. As pesquisas eleitorais, por sua vez, indicam menor incerteza política, ajudando a manter o recuo do dólar. O mercado acompanha ainda o ritmo de indicadores econômicos e as decisões do Federal Reserve.
Mercado de câmbio
No fechamento, o dólar comercial ficou em R$ 5,33, baixa de 2,15%. No mercado à vista, o dólar para compra caiu 2,10%, a R$ 5,33, e o para venda recuou 2,15%, a R$ 5,34. O dólar futuro também recuou, com contratos de março fechando em R$ 5,35, queda de 2,20%.
Contexto internacional e impactos
Especialistas destacam que o cenário externo acompanha o recuo do dólar frente a várias moedas, refletindo melhor percepção de risco e recuperação econômica global. O clima favorável pode sustentar a valorização do real nos próximos dias, desde que haja continuidade de tranquilidade política.
Implicações para a economia brasileira
A queda do dólar influencia a inflação e os preços ao consumidor, além de orientar a atuação do Banco Central. A tendência de queda permanece condicionada ao entorno político e econômico, que pode alterar a trajetória cambial.
Perspectivas
A previsão é de continuidade de pressão sobre o dólar, dependendo de fatores políticos e econômicos. A rotação de carteiras globais e as pesquisas eleitorais favoráveis ao real devem manter o ritmo de valorização da moeda brasileira.
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