- XRP mantém o suporte de US$ 1,85 e indicadores de detentores de longo prazo indicam fase de acumulação.
- Se o nível psicológico de US$ 2,00 for reconquistado, o próximo objetivo é a alta de US$ 4,00.
- A presidente da Ripple, Monica Long, afirma que 2026 pode ser o ano de virada da XRP, com utilidade real em tesouraria digital, ativos on‑chain e serviços institucionais; cerca de metade das empresas Fortune 500 devem ter estratégias digitais.
- Dados apontam aumento de uso: a XRP teve recorde de 1,59 milhão de transações em 24 horas.
- No curto prazo, há áreas de resistência entre aproximadamente US$ 2,30 e US$ 2,70; superar US$ 3,00 pode abrir caminho para níveis mais altos.
O XRP mantém o suporte crucial de $1,85, sinalizando consolidação. Indicadores de longo prazo mostram acúmulo, com olhos voltados a um rompimento caso a cotação reconquiste a faixa psicológica de $2,00.
Caso o preço se mantenha acima de $1,90-$2,00, há espaço para avanço gradual até áreas de resistência entre $2,30 e $2,70, onde novas pressões de venda podem ocorrer. Um fechamento diário acima dessa zona fortaleceria o viés.
Dados de fluxo no XRPL indicam alta atividade; em 24 horas foram registrados cerca de 1,6 milhão de transações, sinalizando uso contínuo da blockchain. Mesmo com recente recuo, a atividade elevada sustenta o cenário de reversão.
Projeção de longo prazo e cenário institucional
A presidente da Ripple, Monica Long, projeta 2026 como ano de maior adesão ao uso prático de ativos digitais, com bancos e empresas explorando stablecoins, custody e instrumentos programáveis. O setor vizinho avança com tesourarias digitais.
Especialistas apontam que grandes empresas devem adotar estratégias formais de ativos digitais, com significativo armazenamento de capital na forma de ativos tokenizados, T-bills on-chain e stablecoins. O ritmo depende de regulação e inovação.
O ecossistema cripto passa a ver maior integração entre pagamentos B2B e ativos digitais, ampliando casos de uso reais. Estima-se que grandes balanços contenham trilhões em ativos digitais até o fim de 2026, impulsionando demanda institucional.
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