- Ethereum negocia entre $2.930 e $2.950 em 25 de janeiro de 2026, consolidando após recuo desde máximas de janeiro acima de $3.400, com cautela macro de curto prazo e venda relacionada a ETFs pesando no preço.
- Saídas de ETFs de ETH à vista, superiores a $600 milhões entre 20 e 23 de janeiro, ajudaram a limitar o impulso e manteram o ETH abaixo da marca de $3.000, mas dados on-chain indicam rotação de capitais e não abandono institucional.
- Grandes detentores somaram aproximadamente $1 bilhão em ETH durante a correção recente; fluxos de financiamento e interesse em aberto se ajustaram, sugerindo ajuste de alavancagem em vez de perda de confiança.
- Atividade on-chain permanece forte: endereços ativos diários próximos de 1,3 milhão e volume de transações entre 1,9 e 2,2 milhões por dia; participação de staker segue alta, com filas de saída perto de zero.
- Perspectivas técnicas apontam compressão perto de $2.950, com possibilidade de alta para $3.190–$3.400 caso haja recuperação, e risco de retração para cerca de $2.700 se perder suporte; no longo prazo, foco em melhorias de escalabilidade e adoção de Layer-2.
Ethereum negocia entre US$ 2.930 e US$ 2.950 em 25 de janeiro de 2026, após recuo desde máximas de janeiro acima de US$ 3.400. A queda reflete cautela macro de curto prazo e venda ligada a ETFs, não falhas nos fundamentos da rede.
Enquanto o Bitcoin oscila próximo de US$ 89 mil, ETH fica em faixa estável, com a ação de preço atrasada pela atividade subjacente. O cenário indica convalescência de curto prazo, não uma mudança estrutural no ecossistema.
Fluxo de ETFs e liquidez de mercado
A pressão de curto prazo vem principalmente de saídas de ETFs de ETH à vista, superiores a US$ 600 milhões entre 20 e 23 de janeiro, com um único dia de saída de US$ 250 milhões da ETHA da BlackRock. Essa dissipação de impulso mantém ETH abaixo de US$ 3.000.
Por outro lado, dados on-chain apontam rotação de posições e realização de lucro, não desinvestimento institucional amplo. Baleias teriam acumulado próximo de US$ 1 bilhão em ETH durante a correção recente, enquanto taxas de funding e o open interest retornaram a condições menos carregadas de compra.
Atividade on-chain e fundamentos
A atividade da rede permanece robusta: endereços diários ativos se aproximam de 1,3 milhão e o número de transações fica entre 1,9 e 2,2 milhões por dia. O comportamento dos validadores mostra filas de saída próximas de zero e entrada se recompondo, com participação em staking em alta.
Custos baixos e maior eficiência pós-atualizações também estimulam uso contínuo de DeFi e de apps, sugerindo um vínculo entre preço mais fraco e fundamentos firmes, movimento que historicamente antecede novas tendências.
Contexto geopolítico e impacto no mercado
Apesar de tensões crescentes entre EUA e Irã, com a Guarda Revolucionária afirmando estar mais pronta, ETH continua reagindo de forma positiva. A escalada envolve ações internacionais e possíveis impactos regionais, sem alterar, até o momento, o ritmo de adoção da rede.
Investidores parecem manter expectativa em progressos como a prioridade de segurança pós-quântica pela Ethereum Foundation, além de avanços voltados à escalabilidade e eficiência.
Perspectivas técnicas e roadmap 2026
Tecnicamente, a previsão de preço aponta compressão perto de US$ 2.950, com suporte em US$ 2.850–2.900. O RSI fica em torno de 35–40, sinalizando cautela. Um recuo até US$ 2.700 pode abrir espaço para retração menor, enquanto recuperação acima de US$ 3.060 pode permitir alta para US$ 3.190–3.400.
O roteiro de 2026 reforça o peso de projetos como a atualização Glamsterdam e a fase Hegota, voltados a escalabilidade e adoção de Layer-2. Com mais de 8,7 milhões de contratos novos no ano, analistas veem 2026 como potencial ponto de inflexão se o ambiente macro se estabilizar.
Ethereum (ETH/USD) setup de negociação: acumular próximo de US$ 2.850–2.900, alvo US$ 3.190–3.400, invalidação abaixo de US$ 2.700.
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