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Ministro municipal acusado de ignorar brecha de £2 bi no imposto sobre financiamento de carros

Ministra da City, Lucy Rigby, é acusada de ignorar brecha de £2 bi que permite bancos evitar imposto sobre indenizações no escândalo de £11 bi de empréstimos de carros

Banks’ motor finance divisions are registered as ‘non-bank entities’, putting them outside the scope of rules linked to bank compensation payments.
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  • A cidade ministra Lucy Rigby foi acusada de ignorar a preocupação de contribuintes ao parecer desprezar uma lacuna tributária de £2 bilhões que beneficia grandes bancos no escândalo de financiamentos de carros.
  • Bancos como Barclays, Lloyds e Santander podem contornar regras de 2015 que impedem deduzir indenizações de lucros para calcular o imposto de sociedade.
  • As regras atuais consideram que parte dos Estados financeiros de divisões de financiamento de automóveis funcionam como “entidades não bancárias”, ficando fora do alcance das medidas.
  • A estimativa do Office for Budget Responsibility é de custo de £2 bilhões aos cofres públicos nos próximos dois anos; o deputado Bobby Dean pediu intervenção urgente.
  • O jornal The Guardian informou que, ao começou a pagar indenizações, essas entidades não bancos permaneceriam fora das regras; a FCA encerrou consulta sobre um plano de indenização de £11 bilhões.

Lucy Rigby, ministra da Cidade, é acusada de ignorar contribuintes ao sofrer críticas sobre uma brecha tributária de 2 bilhões de libras que beneficia grandes bancos envolvida no escândalo de empréstimos de automóveis. A controvérsia envolve regras de 2015 que impedem deduzir indenizações de lucros para cálculo do imposto.

Relatórios do Guardian indicam que bancos poderão explorar a brecha ao pagar compensações a vítimas de um esquema avaliado em 11 bilhões de libras. Divisões de financiamento de carros são registradas como entidades não bancárias, ficando fora das regras.

O Observatório de Responsabilidade Orçamentária confirmou que o custo aos cofres públicos pode chegar a 2 bilhões de libras nos próximos dois anos. O pedido de intervenção foi feito por um deputado do Partido Liberal Democrata da comissão do Tesouro.

Rigby respondeu por escrito em 29 de dezembro, segundo o Guardian, dizendo que a restrição não se aplica a empresas não bancárias, ainda que integrem grupos financeiros. Ela agradeceu ao parlamentar pela conscientização, citando desejo de uma solução eficiente.

Mudança de tema: posição do governo e próximos passos

A Guardian informou ainda que o regulador financeiro está finalizando um esquema de compensação para empréstimos de automóveis, com anúncio esperado entre fevereiro e março. O governo afirma buscar uma solução estável para consumidores e empresas.

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