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Gracy Chen afirma que alta do ouro não acabou; Bitcoin pode estar subvalorizado

Gracy Chen aponta ouro como proteção estável; Bitcoin estaria subvalorizado, com ETFs spot e avanço regulatório estimulando participação institucional

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  • Gracy Chen, CEO da Bitget, afirma que o ouro continua em alta e atua como seguro em meio a incertezas geopolíticas.
  • Técnicas apontam potencial de elevação do ouro para a faixa de US$ 5.325 a US$ 5.400 nos próximos meses, com suporte em torno de US$ 4.830.
  • Investidores veem o ouro como proteção contra inflação, choques geopolíticos e volatilidade cambial.
  • Chen compara o ouro com o Bitcoin, dizendo que a maior criptomoeda está subvalorizada frente ao seu potencial de longo prazo.
  • Fluxos em ETFs de Bitcoin e avanços regulatórios nos EUA devem sustentar um cenário otimista para a criptomoeda, com possível caminho a US$ 150 mil–180 mil até o fim de 2026.

Gracy Chen, CEO da Bitget, afirma que o ouro continua em alta e que o Bitcoin pode estar subvalorizado frente ao seu potencial de longo prazo. A visão integra o cenário macroeconômico e a demanda por ativos de refúgio em meio a incertezas geopolíticas.

Segundo Chen, o ouro permanece como “seguro global” e a demanda varia pouco, mesmo com ajustes dos mercados. Ela aponta níveis de extensão de Fibonacci que sugerem subida do metal para a faixa de 5.325 a 5.400 dólares nos próximos meses. O suporte em 4.830 dólares indica continuidade da tendência.

Ouro como âncora em mercados instáveis

O desempenho do ouro é associado a períodos de instabilidade global e ele pode manter esse papel diante de riscos inflacionários e choques geopolíticos, segundo Chen. Investidores reassumem exposição a proteção de valor em meio a volatilidade de ações emergentes.

A demanda resistente em pontos técnicos sugere que a alta do metal tem fundamentos estruturais, não apenas especulativos. Chen reforça que o cenário atual favorece o metal como hedge de carteira.

Bitcoin pode estar subvalorizado

Chen traça paralelo entre o comportamento do ouro e o do Bitcoin, sugerindo que a criptomoeda permanece subvalorizada frente ao seu potencial de longo prazo. Ela aponta fatores que podem sustentar uma escalada no próximo ano.

Além de impactos macroeconômicos, a CEO cita que eventos regulatórios e adoção institucional podem impulsionar uma escalada de preços. O Bitcoin é apresentado como ativo sensível a fenômenos macro, porém com espaço para crescimento.

Fluxos de ETFs e regulação nos EUA aceleram o cenário

Chen destaca a demanda institucional por meio de ETFs de Bitcoin à vista, que vêm gerando entradas estáveis e ampliando o papel da criptomoeda em carteiras tradicionais. A volatilidade do Bitcoin também vem diminuindo frente a ações de tecnologia.

A narrativa regulatória dos EUA também é citada como fator positivo, com avanços esperados em propostas de estrutura de mercado de criptomoedas. A mensagem é de maior clareza regulatória para participação institucional.

Projeção de preço para o Bitcoin

Chen aponta que o ciclo atual do Bitcoin pode se afastar de padrões históricos, apoiado por adoção estrutural e impulso regulatório. Se esses elementos persistirem, há espaço para valorização expressiva até o fim de 2026.

A projeção aponta faixas entre 150 mil e 180 mil dólares, caso as forças apontadas se mantenham. A analista reforça que o cenário depende da continuidade de suporte regulatório e de demanda institucional.

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