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IA eleva produtividade e se torna desafio estratégico para o marketing em 2026

Produtividade com IA em marketing permanece limitada, com uso diário e pouca automação, além de ausência de governança formal

Upskilling ganha força e redefine a preparação das empresas para a era da IA
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  • A produtividade com IA surge como um dos maiores desafios do marketing em 2026, com 41,3% dos profissionais apontando eficiência operacional com IA como prioridade.
  • IA já está na rotina: 82,4% dos profissionais utilizam ferramentas de IA diariamente, quase o dobro de 2024, mas isso não se traduz em ganhos estruturais.
  • A produtividade gerada é limitada: 88,2% usam IA de forma conversacional, 6,1% com fluxos de trabalho automatizados e 2,7% com agentes autônomos.
  • Governança fraca expõe riscos: 47,1% das empresas não possuem diretrizes formais; apenas 11,9% adotaram governança estruturada, e 68,3% operam sem diretrizes consistentes.
  • Investimento e capacitação são restritos: 82,3% gastam até R$ 5 mil por mês; 41,1% oferecem apenas conteúdos gratuitos; 22,9% relatam pouco ou nenhum apoio para desenvolver competências em IA.

A produtividade com IA surge como um dos principais desafios do marketing em 2026. Segundo a pesquisa Tendências de Marketing 2026, realizada pela Conversion entre novembro e dezembro de 2025, 41,3% dos profissionais destacam a eficiência operacional com IA como prioridade. A parcela aponta resultados práticos após a adoção inicial da tecnologia.

O estudo mostra que a IA já faz parte do dia a dia de 82,4% dos profissionais, quase o dobro de 2024. Mesmo com a presença, o ganho de produtividade não é automático nem distribuído de forma uniforme entre as equipes.

A pesquisa foi realizada com 637 profissionais em formato online, com margem de erro de 3,8% e nível de confiança de 95%. O objetivo é entender como transformar o uso de IA em ganhos concretos de desempenho.

Produtividade com IA ainda é limitada

Mais da metade utiliza IA apenas de forma conversacional. Cerca de 88,2% recorrem a perguntas e respostas no trabalho diário, sem automação de fluxos.

Pouco investimento em automação. Apenas 6,1% afirmam usar fluxos de trabalho automatizados, e 2,7% operam agentes autônomos. A IA atua como apoio, não como parte integrada.

Falta de governança expõe riscos

Quase metade das empresas (47,1%) não tem diretrizes formais para IA. Outros 21,2% avaliam riscos apenas após problemas.

Pouca governança estruturada ainda preocupa. Apenas 11,9% adotaram regras, processos e capacitação interna. Assim, 68,3% operam sem diretrizes consistentes.

Investimento em produtividade permanece com ferramentas básicas

A maior parte dos recursos fica em faixas de até R$ 5 mil mensais. 82,3% das empresas estão nesse patamar; 40,2% usam apenas ferramentas gratuitas, enquanto 42,1% pagam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.

Esse padrão tende a manter uso pontual, não viabilizando projetos de integração e eficiência robusta.

Capacitação não acompanha adoção

Cerca de 41,1% das empresas oferecem apenas conteúdos gratuitos ou de baixo custo para capacitar equipes. Outras 28,7% não têm iniciativas formais de formação.

Dessa forma, 22,9% dos profissionais relatam pouco ou nenhum suporte para desenvolver competências em IA, dificultando ganhos de produtividade.

Priorização indica mudança de foco

Para 2026, o desafio não é ampliar o uso de IA, mas estruturar a aplicação. Principais prioridades: dados e IA, criação e otimização de conteúdo para SEO e atendimento com chatbots.

A leitura aponta que a transformação está na governança, na capacitação e na integração de IA aos processos, mais do que apenas ampliar o uso de ferramentas. A pesquisa reforça necessidade de estratégias organizacionais claras.

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