- A Amazon enviou por engano um e-mail afirmando, segundo a Reuters, que funcionários impactados nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica já haviam sido informados de que perderiam os empregos, na divisão de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS).
- A mensagem dizia que as demissões ocorreriam na manhã de quarta-feira (28) e continha um convite para uma reunião de equipe, que foi cancelado quase imediatamente.
- O e‑mail, assinado por Colleen Aubrey, vice‑presidente sênior de soluções de IA aplicada da AWS, referia‑se às demissões como “Project Dawn”.
- Além do e‑mail incorreto, a Reuters informou que a Amazon pretendia demitir milhares de funcionários corporativos a partir desta semana, mas a empresa não confirmou oficialmente os cortes nem comunicou os afetados.
- A Amazon não respondeu a pedidos de comentário.
A Amazon informou por engano a funcionários da divisão AWS que seriam demitidos, em um comunicado enviado na terça-feira (27). A mensagem alegava que as demissões já haviam sido comunicadas nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica, o que não condiz com a realidade anunciada oficialmente.
O e-mail, assinado pela vice-presidente sênior de soluções de IA aplicada da AWS, Colleen Aubrey, descrevia as demissões como parte do plano denominado “Project Dawn”. Funcionários que receberam a mensagem relataram, ainda, que o convite para a reunião de equipe foi cancelado logo em seguida.
Segundo a Reuters, a empresa tratou as demissões de forma interna apenas como uma necessidade de reorganização. A expectativa, conforme reportado, era anunciar cortes para a semana, mas a comunicação incorreta gerou confusão entre os trabalhadores afetados.
Detalhes do episódio e próximos passos
No canal de Slack, alguns colaboradores disseram ter visto o e-mail de erro antes do cancelamento do convite para a reunião. A leitura inicial sugeria um anúncio já feito, o que motivou a revisão do conteúdo pela liderança da AWS.
Na sexta-feira anterior, a Reuters já havia informado sobre a possibilidade de demissões de milhares de funcionários corporativos a partir desta semana. A Amazon não confirmou oficialmente os planos nem comentou o episódio de comunicação.
A empresa não respondeu a pedidos de comentário sobre o ocorrido. A Reuters descreveu a situação como um erro de comunicação que não confirma o número de demitidos nem a data exata de anúncio, reforçando a necessidade de confirmação institucional.
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