- O Ibovespa fechou aos 181.919,13 pontos, alta de 1,79%, e chegou a tocar 183.359,56 pontos no pregão.
- O dólar recuou 1,38%, para R$ 5,2074, o menor fechamento desde maio de 2024, em linha com o recuo do DXY.
- O dia teve volume financeiro de cerca de R$ 35,23 bilhões, com ganhos de Vale, Petrobras e grandes bancos.
- IPCA-15 de janeiro subiu 0,20%, desacelerando frente a dezembro (0,25%), com o indicador anual em 4,50%.
- O mercado manteve o foco na “Superquarta”, com decisões de juros do Copom e do Federal Reserve, que devem guiar o humor dos mercados.
O Ibovespa atingiu novo recorde nesta terça-feira, fechando aos 181.919,13 pontos, com alta de 1,79%. A sessão confirmou a marca histórica, acima de 181 mil pontos.
No pregão, o índice chegou a tocar 183.359,56 pontos. O movimento foi impulsionado pela desaceleração do IPCA-15 e pelo apetite global por risco antes da chamada “Superquarta”.
O desempenho teve suporte de fluxo externo e de ganhos de blue chips como Vale, Petrobras e bancos. O volume financeiro somou R$ 35,23 bilhões, refletindo rotação de portfólios em busca de mercados emergentes.
Dólar
O dólar fechou em queda de 1,38%, a R$ 5,2074, menor valor de encerramento desde maio de 2024. O recuo acompanha a queda do Dollar Index (DXY) no ambiente global.
Investidores estrangeiros aportaram na bolsa, acentuando o movimento de carry trade com a Selic em 15%. O real se beneficiou frente a várias moedas diante do cenário internacional.
IPCA-15
Apingiu o otimismo, com o IPCA-15 registrando alta de 0,20% em janeiro, frente a 0,25% de dezembro. O dado ficou abaixo das previsões do mercado.
Embora o acumulado em 12 meses esteja em 4,50%, no teto da meta, o ritmo mensal mais fraco alivia pressões sobre juros. A inflação controlada favorece ativos locais e o apetite externo.
O mercado passa a monitorar a “Superquarta”: decisões de juros do Copom e do Federal Reserve devem balizar o humor para o restante da semana.
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