- Marcelo Marangon, atual CEO do Citi no Brasil desde 2017, será co-head global de corporate bank e se transferirá para Nova York para liderar a área ao lado de Kaleem Rizvi.
- Kaleem Rizvi moverá-se para Londres, formando a dupla de liderança com Marangon no posto global de corporate bank.
- O banco nomeou John Chirico como presidente global de investment banking e Jason Rekate como presidente global de corporate banking, conforme memorando confirmado pela empresa.
- A mudança faz parte de uma reformulação global das operações de corporate banking promovida pela CEO global, Jane Fraser, com Vis Raghavan envolvido nesse redesenho.
- Ainda no conjunto de alterações, Paul Burroughs assume posição de vice-presidente de corporate banking para a América do Norte, enquanto Cathy Shepherd e Andrew Padovano passam a ser co-chefes da área na região.
Marcelo Marangon, CEO do Citi no Brasil, será o novo co-head global de corporate bank. Ele deixará o país para se mudar a Nova York, onde dividirá a liderança com Kaleem Rizvi, como parte de mudanças globais no Citigroup. A confirmação veio por meio de um memorando, citado pela Bloomberg News.
Marangon comandava a operação brasileira desde 2017. No Citi desde 1993, atuou também como head de corporate e investment banking no Brasil, segundo seu perfil no LinkedIn. Rizvi fará a transição para Londres, onde ficará responsável pela área ao lado de Marangon.
O banco também nomeou John Chirico como presidente global de investment banking e Jason Rekate como presidente global de corporate banking, conforme o memorando. Jane Fraser, CEO global, contratou Raghavan para ampliar retornos da unidade. O memorando não detalha substituições para o Brasil.
Mudanças na liderança global de corporate banking
Paul Burroughs, atual chefe de corporate banking da América do Norte, passará a vice-presidente de corporate banking para a região. Cathy Shepherd e Andrew Padovano serão co-chefes de corporate banking da América do Norte.
Raghavan é reconhecido como executivo com passagem de mais de duas décadas pelo JPMorgan, onde liderou a área de investment banking. A Bloomberg destaca que o grupo mantém ritmo “incrível” para este ano, segundo o memorando.
A Reuters não confirma. As mudanças destacam uma reorganização de alto nível para alinhavar resultados da unidade de corporate banking em várias regiões. O Citi não confirmou data específica para a conclusão das transições.
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