- a Petrobras anunciou redução de aproximadamente 7,8% no preço da molécula de gás natural para distribuidoras, a partir de 1º de fevereiro de 2026.
- a queda vale apenas para o mercado de gás natural e não afeta o GLP (gás de cozinha).
- o ajuste reflete a variação trimestral de indicadores internacionais e do câmbio, e está alinhado aos contratos firmados com as distribuidoras.
- para o início de 2026, passou a valer a parcela indexada ao Henry Hub, referencial norte-americano, para as distribuidoras que escolheram essa modalidade.
- o efeito líquido de 7,8% depende, ainda, do contexto de cada distribuidora, já que o preço final ao consumidor envolve transporte, portfolio de suprimento e margens da empresa.
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (27) que reduzirá o preço de venda do gás natural para distribuidoras em aproximadamente 7,8%, válido a partir de 1º de fevereiro de 2026. A medida não afeta o GLP, utilizado em botijões ou a granel.
A atualização abrange exclusivamente o mercado de gás natural. Não há impacto sobre o preço do gás de cozinha.
A queda decorre dos contratos firmados com o setor e da variação trimestral de indicadores internacionais e do câmbio. Distribuidoras que adotaram a indexação pelo Henry Hub serão contempladas pela mudança.
Para o trimestre que começa em fevereiro de 2026, o efeito é resultado da combinação de Brent, Henry Hub, câmbio e da ponderação de volumes contratados pelas distribuidoras junto à Petrobras. O recuo médio é de 7,8%.
A Petrobras ressalta que a redução efetiva para o consumidor depende de cada distribuidora. Além do preço da molécula, entram custos de transporte, portfólio de suprimento e margens.
Observação: a atualização não se aplica ao GLP nem ao gás envasado em botijões.
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